Há basicamente dois pontos de vista de se avaliar esse filme. 1o sério e 2o "EEE Megan Fox gostosa".
1o ponto de vista:
O filme é ruim, roteiro é uma merda, os diálogos não no máx medíocres. Para começar o filme entrega o final nos 2 primeiros minutos, então não tem suspense. O filme não tem cadência nenhuma! Não há nenhuma transição entre as cenas que dê um fluxo mínimo para história. A Pior parte é na esperada parte que a Megan Fox e a Amanda Seyfried começam a se pegar. Para começar elas começam a se pegar do nada; Segundo, quando coisa começa a esquentar e vc se pergunta "Wow! Niiiice... agora vai" a Amanda Seyfried me vem com "Para tudo! pera perae... Pq vc estava coberta de sangue??". Tem hora mais inoportuna para levantar esse assunto?? Na minha opiniao a loirinha devia ter ficado quieta e só ter levantado o assunto depois, na hora do cigarro.
Fora que a personagem da Amanda Seyfried, Needy, é extremamente egoísta. Ela apenas resolve tomar uma atitude com relação ao canibalismo homicida da amiga quando ela resolve ir atrás do seu namoradinho. Até então prefere se afastar e não se envolver, elas até mantém uma relação amistosa!
Basicamente o filme que deveria ser um trash lado-B com orçamento legal não fez jus algum a proposta. Ficou bem claro que a roteirisa Diablo Cody não é boa. Na melhor das hipóteses é uma "one hit writer" com Juno sendo a única coisa boa (eu pessoalmente acho que Juno só ficou bom pq um time de roteiristas trabalhou no texto dela).
A única parte engraçada foi a bandinha Emo do Seth Cohen realizar o ritual demoníaco para ser o "sucesso do Maroon 5". Foi engraçado o Seth Cohen desabafar os problemas que essas bandinhas Emo Indie Rock tem que passar antes de fazer sucesso...
2o ponto de vista:
Foda-se a história. Tem uma parte detalhada de uns 5 minutos de 2 gostosas se pegando!!
Resumo:
O filme é blabblablablabla WOW TEM DUAS MINAS SE CATANDO!! bblablablablablablaba.
Vale a pena? éeeee... não. pega a cena lésbica no youtube que é de graça.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Critica - Distric 9
Oi pessoal! Antes de começar um aviso: o review tem SPOILERS
Seguimos:
Foi bem legal ver um lançamento com roteiro original! Com tantas adaptações de livros/quadrinhos e remakes, as histórias originais estavam minguando...
Bom, a idéia do filme é muito boa! Todo o simbolismo, as referências... são ótimas! Colocar um "Apartheid" entre Aliens e Humanos na África do Sul dá muito mais peso à mensagem que o filme quer passar.
A idéia de mostrar a monstruosidade da humanidade através de suas atitudes contra os aliens (monstros) apesar de "óbvia", funciona muito bem.
A ambientação é excelente, as favelas tem cara de favela... a miséria e pobreza saltam da tela, tanto que você até esquece que é uma ficção científica.
O problema mesmo eu achei no roteiro (por incrível que pareça), mais precisamente na condução da história. As circunstâncias que colocam o protagoista (Wikus) na situação do filme é forçada: O cara é um burocrata que por capricho do chefe/sogro (isso não fica claro) é assignado para comandar a realocaçao dos aliens em um trabalho de campo.
Essa desculpa funcionaria se Wikus fosse corrupto, mas não é o caso. Ou seja, não tem porque um cara mal-qualificado com ele ter sido assignado para o trabalho, visto que o filme não incita um motivo excuso. Seria como se delegassem o comando de algum esquadrão do BOPE para o escrivão do cartório. E mandassem ele subir o morro. Ridículo.
Os diálogos são imbecis também. É verdade que não poderíamos esperar grandes insights dos personagens pois são pessoas comuns e medíocres, mas a impressão que dá (salvo a Wikus) que os personagens não estão nem aí para o que está acontecendo.
Claro que o filme tem partes beeemmm legais, principalmente quando Wikus começa a sofrer experimentos. É interessante ver como a medida que ele vai se transformando em "prawn", os cientistas o tratam como peça anatômica. O ápice é quando um conselho militar decide o seu destino como artigo enconômico (Wikus, por ser um híbrido de Alien/humano pode operar a tecnologia alienígena, o grande alvo dos humanos), e portanto discutem se devem matá-lo ou não. Isso tudo com ele amarrado, do lado, ouvindo e tentando expressar sua opinião.
Resumo:
É legal o filme, tirando essas escorregadas no roteiro vale.
Abraços
Seguimos:
Foi bem legal ver um lançamento com roteiro original! Com tantas adaptações de livros/quadrinhos e remakes, as histórias originais estavam minguando...
Bom, a idéia do filme é muito boa! Todo o simbolismo, as referências... são ótimas! Colocar um "Apartheid" entre Aliens e Humanos na África do Sul dá muito mais peso à mensagem que o filme quer passar.
A idéia de mostrar a monstruosidade da humanidade através de suas atitudes contra os aliens (monstros) apesar de "óbvia", funciona muito bem.
A ambientação é excelente, as favelas tem cara de favela... a miséria e pobreza saltam da tela, tanto que você até esquece que é uma ficção científica.
O problema mesmo eu achei no roteiro (por incrível que pareça), mais precisamente na condução da história. As circunstâncias que colocam o protagoista (Wikus) na situação do filme é forçada: O cara é um burocrata que por capricho do chefe/sogro (isso não fica claro) é assignado para comandar a realocaçao dos aliens em um trabalho de campo.
Essa desculpa funcionaria se Wikus fosse corrupto, mas não é o caso. Ou seja, não tem porque um cara mal-qualificado com ele ter sido assignado para o trabalho, visto que o filme não incita um motivo excuso. Seria como se delegassem o comando de algum esquadrão do BOPE para o escrivão do cartório. E mandassem ele subir o morro. Ridículo.
Os diálogos são imbecis também. É verdade que não poderíamos esperar grandes insights dos personagens pois são pessoas comuns e medíocres, mas a impressão que dá (salvo a Wikus) que os personagens não estão nem aí para o que está acontecendo.
Claro que o filme tem partes beeemmm legais, principalmente quando Wikus começa a sofrer experimentos. É interessante ver como a medida que ele vai se transformando em "prawn", os cientistas o tratam como peça anatômica. O ápice é quando um conselho militar decide o seu destino como artigo enconômico (Wikus, por ser um híbrido de Alien/humano pode operar a tecnologia alienígena, o grande alvo dos humanos), e portanto discutem se devem matá-lo ou não. Isso tudo com ele amarrado, do lado, ouvindo e tentando expressar sua opinião.
Resumo:
É legal o filme, tirando essas escorregadas no roteiro vale.
Abraços
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