Lembram como os games eram há alguns anos? Você comprava, tacava no console e jogava. Se você quisesse ver TODOS os finais, pegar todos os items, todos os uniformes, todos os upgrades, destravar todos os personagens bastava tempo e esforço, suor e calos nos dedos, mas cedo ou tarde (invariavelmente tarde) você conseguia zerar o jogo. Ou seja, explorar todas as possibilidades de um jogo dependia única e exclusivamente de você;
Hoje em dia, com Playstation Store e DLCs a sair pelo ladrão o desafio de destravar um personagem está lentamente virando comprar um personagem, e ás vezes até pior. Você só terá acesso se fizer pre-order por alguma loja específica.
Olha, acho muito legal o advento do DLC. Com esse artifício é possível aumentar o lifespan do jogo que de outra forma ficaria empoeirado na sua estante (um bom exemplo é o DLC Undead Nightmare para Red Dead Redemption - um dos melhores já lançados). Mas a minha reclamação aqui é para aquela BABAQUICE que certas lojas tem feito: Compre aqui, ou reserve aqui e tenha esse uniforme exclusivo ou aquele personagem.
Sério, vai tomar no cú! Que diferença faz se eu comprei na Best Buy, na GameStop ou como não sou gringo na UZ Games ou Saraiva? NENHUMA!!
Vários títulos foram alvos disso, Red Dead haviam costumes exclusivos para pre-order na Best Buy, o mesmo ocorreu para Marvel Vs. Capcom 3, com personagens exclusivos. Isso é uma puta falta de sacanagem (ai ai.. aquele video foi taao engraçado...). Além de dar uma vantagem injusta para quem tem, fica a claro que quem tem não conseguiu por mérito ou habilidade nenhuma!
A gota d'água para mim foi saber que para o novo (e para mim o mais esperado) Batman; Arkham City, alguns desafios (nos quais o Robin é personagem jogável) só estarão disponíveis para pre-order na Best Buy e DEPOIS serão lançados para DLC pagos.
Porque não lançar essa porra já no jogo? Já ta pronto!! DLC vale quando eles criam alguma atualização ou algo novo DEPOIS do jogo ser lançado, mas ficar segurando conteúdo para lançar DEPOIS (pago ou exclusivo para alguns) é simplesmente filha da putagem da grossa.
Por isso digo, Rocksteady, seu jogo é animal, mas vocês são uns FDPs.
Moral da história:
DLC p/ mim só devia valer se o jogo JÁ foi lançado e é uma forma de aumentar o lifespan do jogo. Do contrário tão só pegando teu dinheiro. Fora que como tamo nesse fim de mundo esquecido do globo NÃO TEMOS COMO BAIXAR essas porras nem se quiséssemos (pelo menos ainda)
É nozes
Mostrando postagens com marcador batman. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador batman. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 13 de junho de 2011
domingo, 5 de junho de 2011
Editorial - Calma gente! Fase Grant Morrison é passageira
Desde a polêmica fase New X-Men e agora Batman and Robin do Grant Morrison, estas sempre são acompanhadas de uma enxurrada de comments e posts polêmicos nos sites especializados (nerdices online).
É totalmente compreensivel, as "Fases Grant Morrison" sempre quebram com os standars dos personagens, inserem polêmicas e curtem provocar os fãs. Mas não estamos aqui nem para elogiar nem atacar as "Fases Grant Morrison" mas para constatar algo: Elas são passageiras! Logo os editores se tocam de que não dá para sustentar aquilo por muito tempo e retornam ao standard de tal personagem, aquele nutrido por anos de continuidade. Não estou dizendo que é certo ou que deve acontecer, apenas constatei que acontece.
Reparem só: Na fase "New X-Men", Grant Morrison introduziu o couro (do Bryan Singer) preto, extrapolou o conceito "Escola para Jovens Superdotados", criou mutantes fora-do-padrão (Bico - feioso e totalmente inútil, Angel - voa mas é besta) só para mostrar que nem todo mutante é Summer-like, já que o gene X produz resultados aleatórios (e por isso haveria mutantes que são apenas deformados); fez o Xavier voltar a andar e ainda botou o Scott em um caso extra-conjugal com uma lasciva Rainha Branca. E teve as mutações secundárias - todo dia mutante ganhando mais poderes.
E o que aconteceu pouco tempo depois? Veio Joss Whedon e bom, o couro acabou (nas palavras de Scott Summers - "todo esse couro estava deixando as pessoas nervosas") voltando os uniformes coloridos; os mutantes inúteis foram aos poucos esquecidos e deixados de lado; o lado "Escola" continua mas mais num esquema "Novos Mutantes" do que escola propriamente dita; o caso extra-conjugal foi oficializado e Emma passa a ser a "telepata oficial" do grupo e claro, Xavier na cadeira. No more mutações secundárias (somente as que já tinham aparecido, mas nenhuma outra nova)
Ok, até ae você pode falar "Você pegou um exemplo só... e tem elementos do Morrison que ficaram nos X-Men, como a Rainha-Branca. E o clima escola se manteve até a destruição da Mansão X". Tá, mais ou menos, pois as histórias dos "Novos Mutantes" (os mais novos então) se fixavam mais no treinamento deles do que em aulas (como era no arco de histórias com Quentin Quire)
E quanto a um exemplo só - falemos de Batman.
A "Fase Grant Morrison" no Batman foi uma das mais polêmicas. Ele basicamente mexeu num vespeiro de continuidade chamado "Filho do Demônio" - história onde Bruce Wayne tem uma noite (tá bom B-Man, vc tava drogado e não sabia que a mega-gostosa top gata filha do Ra's tava pelada em cima de vc... beleza, eu acredito) com Talia Al'Ghul que engravida. Até Grant chegar essa história, quando não era sumariamente esquecida, os detalhes eram varridos para baixo do tapete.
Bom, Grant não só mexeu nisso como trouxe o tal fruto dessa união - Damian Wayne - de volta, agora um petulante pirralho de 12-13 anos. Como se não bastasse, mataram Bruce Wayne (Crise Final), botando após um arco de histórias Dick Grayson (1o Robin e Ex-Asa Noturna) no cargo de Batman, com isso Tim Drake - o Robin atual - foi "demovido" do cargo (virou o Robin Vermelho, atuando de forma independente) para dar lugar a, pasmem, Damian Wayne (a idéia era de que Tim era o Robin da geração passada, dos anos 90 e Damian o Robin do novo milênio - o que seriamente ofende a geração atual). A idéia de Morrison foi, além de dar um soco na cara dos puristas de Batman, foi mudar a dinâmica padrão da dupla (trocadilho não-intencional). Agora temos um Batman menos enxaqueca, mais leve e um Robin estressado e sem-graça. Claro, aos poucos Grant foi amenizando a personalidade intragavel do novo menino-prodígio, introduzindo sinais de que o garoto era um gênio não só das artes marciais, mas também da engenharia e ciência - realmente o filho do Batman (eu achei forçado - para mim o legal do Tim era que ele realmente treinou, se esforçou, se aproximando do próprio Bruce, que se vale de esforço e força de vontade, mais do que talento).
Bom, claro que logo depois da morte de Bruce a DC iria trazê-lo de volta, e não demorou muito para ele voltar. Mas como fica já que Dick e Damian são a nova dupla dinâmica? Bom, tudo isso culminou (ainda estamos aqui no Brasil no Retorno de Bruce Wayne) em Batman, Inc. Bruce Wayne revelará que ele financia o Batman a anos e que pretende tornar a iniciativa global. Com isso publicamente financiará um agência de Batmen ao redor do mundo e, ah... não sei o que acontece porque ainda não li.
Mesmo assim, com todo esse arco de histórias e transformações radicais na vida de um dos mais icônicos personagens, com mais de 70 anos de continuidade o que a DC vai fazer??
Resposta: FLASHPOINT (Geoff Johns)!
Não li nem tenho detalhes, mas uma coisa eu sei: Bruce Wayne é Batman e Dick é o Asa Noturna denovo. Ou seja, um baita Middle Finger para a "Fase Grant Morrison". Segundo a DC, após Flashpoint será um reboot em todo o universo DC. Ou seja, é muito provável que as coisas voltem mais ao "normal" de forma similar ao que aconteceu com os X-Men
A moral aqui é pessoal: Relax! Não se irritem com as polêmicas do Morrison, ele vem para isso mesmo, dar uma sacudida nos personagens. Mas é passageiro... logo logo as coisas voltam aos eixos e a maioria das bizarrices some! Tentem ver como se fosse uma baita história "What if...?"
Abraços!
É totalmente compreensivel, as "Fases Grant Morrison" sempre quebram com os standars dos personagens, inserem polêmicas e curtem provocar os fãs. Mas não estamos aqui nem para elogiar nem atacar as "Fases Grant Morrison" mas para constatar algo: Elas são passageiras! Logo os editores se tocam de que não dá para sustentar aquilo por muito tempo e retornam ao standard de tal personagem, aquele nutrido por anos de continuidade. Não estou dizendo que é certo ou que deve acontecer, apenas constatei que acontece.
Reparem só: Na fase "New X-Men", Grant Morrison introduziu o couro (do Bryan Singer) preto, extrapolou o conceito "Escola para Jovens Superdotados", criou mutantes fora-do-padrão (Bico - feioso e totalmente inútil, Angel - voa mas é besta) só para mostrar que nem todo mutante é Summer-like, já que o gene X produz resultados aleatórios (e por isso haveria mutantes que são apenas deformados); fez o Xavier voltar a andar e ainda botou o Scott em um caso extra-conjugal com uma lasciva Rainha Branca. E teve as mutações secundárias - todo dia mutante ganhando mais poderes.
E o que aconteceu pouco tempo depois? Veio Joss Whedon e bom, o couro acabou (nas palavras de Scott Summers - "todo esse couro estava deixando as pessoas nervosas") voltando os uniformes coloridos; os mutantes inúteis foram aos poucos esquecidos e deixados de lado; o lado "Escola" continua mas mais num esquema "Novos Mutantes" do que escola propriamente dita; o caso extra-conjugal foi oficializado e Emma passa a ser a "telepata oficial" do grupo e claro, Xavier na cadeira. No more mutações secundárias (somente as que já tinham aparecido, mas nenhuma outra nova)
Ok, até ae você pode falar "Você pegou um exemplo só... e tem elementos do Morrison que ficaram nos X-Men, como a Rainha-Branca. E o clima escola se manteve até a destruição da Mansão X". Tá, mais ou menos, pois as histórias dos "Novos Mutantes" (os mais novos então) se fixavam mais no treinamento deles do que em aulas (como era no arco de histórias com Quentin Quire)
E quanto a um exemplo só - falemos de Batman.
A "Fase Grant Morrison" no Batman foi uma das mais polêmicas. Ele basicamente mexeu num vespeiro de continuidade chamado "Filho do Demônio" - história onde Bruce Wayne tem uma noite (tá bom B-Man, vc tava drogado e não sabia que a mega-gostosa top gata filha do Ra's tava pelada em cima de vc... beleza, eu acredito) com Talia Al'Ghul que engravida. Até Grant chegar essa história, quando não era sumariamente esquecida, os detalhes eram varridos para baixo do tapete.
Bom, Grant não só mexeu nisso como trouxe o tal fruto dessa união - Damian Wayne - de volta, agora um petulante pirralho de 12-13 anos. Como se não bastasse, mataram Bruce Wayne (Crise Final), botando após um arco de histórias Dick Grayson (1o Robin e Ex-Asa Noturna) no cargo de Batman, com isso Tim Drake - o Robin atual - foi "demovido" do cargo (virou o Robin Vermelho, atuando de forma independente) para dar lugar a, pasmem, Damian Wayne (a idéia era de que Tim era o Robin da geração passada, dos anos 90 e Damian o Robin do novo milênio - o que seriamente ofende a geração atual). A idéia de Morrison foi, além de dar um soco na cara dos puristas de Batman, foi mudar a dinâmica padrão da dupla (trocadilho não-intencional). Agora temos um Batman menos enxaqueca, mais leve e um Robin estressado e sem-graça. Claro, aos poucos Grant foi amenizando a personalidade intragavel do novo menino-prodígio, introduzindo sinais de que o garoto era um gênio não só das artes marciais, mas também da engenharia e ciência - realmente o filho do Batman (eu achei forçado - para mim o legal do Tim era que ele realmente treinou, se esforçou, se aproximando do próprio Bruce, que se vale de esforço e força de vontade, mais do que talento).
Bom, claro que logo depois da morte de Bruce a DC iria trazê-lo de volta, e não demorou muito para ele voltar. Mas como fica já que Dick e Damian são a nova dupla dinâmica? Bom, tudo isso culminou (ainda estamos aqui no Brasil no Retorno de Bruce Wayne) em Batman, Inc. Bruce Wayne revelará que ele financia o Batman a anos e que pretende tornar a iniciativa global. Com isso publicamente financiará um agência de Batmen ao redor do mundo e, ah... não sei o que acontece porque ainda não li.
Mesmo assim, com todo esse arco de histórias e transformações radicais na vida de um dos mais icônicos personagens, com mais de 70 anos de continuidade o que a DC vai fazer??
Resposta: FLASHPOINT (Geoff Johns)!
Não li nem tenho detalhes, mas uma coisa eu sei: Bruce Wayne é Batman e Dick é o Asa Noturna denovo. Ou seja, um baita Middle Finger para a "Fase Grant Morrison". Segundo a DC, após Flashpoint será um reboot em todo o universo DC. Ou seja, é muito provável que as coisas voltem mais ao "normal" de forma similar ao que aconteceu com os X-Men
A moral aqui é pessoal: Relax! Não se irritem com as polêmicas do Morrison, ele vem para isso mesmo, dar uma sacudida nos personagens. Mas é passageiro... logo logo as coisas voltam aos eixos e a maioria das bizarrices some! Tentem ver como se fosse uma baita história "What if...?"
Abraços!
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
Sobre DCAU - Batman Beyond (Batman do Futuro)
A melhor série animada de TODAS foi Batman: Animated. Foi a primeira série animada a ter temática adulta (tiros e armas reais, mortes, finais não tão felizes), grande preocupação com a dublagem e trazer um estilo gótico e Art-decó nos desenhos. Para quem não lembrou, era aquele desenho com Batman de queixo quadrado. A série fez tanto sucesso que gerou vários spin-offs. Hoje vamos falar um pouco do meu favorito: Batman Beyond (aqui como Batman do Futuro).
Nesta a série se passa (óbvio) no futuro, Bruce Wayne está idoso, não atua como Batman e está afastado da Wayne Enterprises, que agora é Wayne-Powers. A arte e a temática são as mesmas, mas história se passa em Gotham City em um universo cyber-punk. Dêem uma olhadinha em um resuminho da série toda (a última parte é na verdade oepisódio de Justice League Unlimited - Epilogue)
Recomendo assistirem também o longa Batman Beyond: Return of the Joker, que amarra a série original com Beyond (na verdade não é exatamente a original, mas a sequência The New Batman Adventures)
Enfim! Abraços
Nesta a série se passa (óbvio) no futuro, Bruce Wayne está idoso, não atua como Batman e está afastado da Wayne Enterprises, que agora é Wayne-Powers. A arte e a temática são as mesmas, mas história se passa em Gotham City em um universo cyber-punk. Dêem uma olhadinha em um resuminho da série toda (a última parte é na verdade oepisódio de Justice League Unlimited - Epilogue)
Recomendo assistirem também o longa Batman Beyond: Return of the Joker, que amarra a série original com Beyond (na verdade não é exatamente a original, mas a sequência The New Batman Adventures)
Enfim! Abraços
Marcadores:
animated,
batman,
beyond,
de volta para o futuro,
desenho
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O que achei de Batman - Arkham Asylum PS3
Para quem regula entre 25-30 anos deve saber que os games do Batman (salvo algumas exceções como Batman NES) são ruins. No entanto a Rocksteady Studios e DC Entertainment conseguiram lavar esse gosto ruim. Pura e simples: Batman Arkham Asylum é ÓTIMO!
O jogo começa com a captura do Coringa pelo Batman, sendo levado sob custódia para o Arkham. Ao chegar lá o Coringa toma o controle do Sanatório e cabe ao Batman descobrir o porque e impedi-lo.
O roteiro foi escrito por ninguém menos que Paul Dini, responsável por revitalizar o Batman nos anos 90 com o premiado Batman: Animated (o desenho do Batman com queixo quadrado). Realmente tem um "feel" do Batman: Animated, mas a atmosfera é muito mais adulta. É como e tivesse crescido com a gente. A história transcorre de forma bem fluida, introduzindo aos poucos os motivos por de trás da invasão ao Sanatório, não sendo apenas uma desculpa para conectar cada fase.
Os gráficos são lindos. Excelente trabalho de iluminação. O jogo tem a atmosfera sombria e noturna do personagem, mas ainda sim é possível ver com clareza todos os detalhes do cenário. E que detalhes! São tantos que até há um side-quest do Charada no qual você deve achá-los (através de pistas, claro). A dublagem é perfeita! Mesmo elenco da série Batman: Animated, então temos o Kevin Conroy como Batman (ótimo!) e ninguém menos que Mark Hamill (sim, o Luke Skywalker) como Coringa, lembrando que Hamill ganhou premio por seu trabalho como Coringa.
Todo esse cuidado com o jogo parece ser a nova tendência da DC, com a nova presidente (Diane Nelson), que anteriormente cuidava de produtos licensiados (exatamente com o jogo).
O gameplay do jogo é incrível! simples, eficiente e responsivo. Apenas um botão para ataque e um para "counter" e ainda assim foi possível traduzir para o console o estilo brutal e eficiente de lutar do Batman. Minha única ressalva é que senti falta de um botão para pulo, mas isso não chega a comprometer o jogo. Cada oponente requer uma abordagem diferente e o jogo valoriza muito Stealth, ou seja, a melhor tática é observar, avaliar e não ser visto.
O jogo traz também uma série de bat-gadgets a sua disposição como bataragues, grapple, scanners, etc... No modo "Detective" você pode seguir pistas, rastros, ver inimigos e seu status (consciente, nervoso, armado, etc...).
Além disso, tem challenges e side-quests interessantes (daquelas divertidas, e não das que são um saco que você só completa para zerar o jogo). O que. além de dar um replay value alto, te faz não querer largar o controle até terminar todos.
Há muito o que falar, mas vou parando por aqui para não entregar todo ouro (grande parte da diversão é ser pego de supresa pelo jogo).
Resumo: Título indispensável para qualquer gamer, vale MUITO a pena. Foi muito ver todo o cuidado dado ao jogo, trazendo para o gamer a experiencia de ser o Batman muito intensa
Grande abraço
O jogo começa com a captura do Coringa pelo Batman, sendo levado sob custódia para o Arkham. Ao chegar lá o Coringa toma o controle do Sanatório e cabe ao Batman descobrir o porque e impedi-lo.
O roteiro foi escrito por ninguém menos que Paul Dini, responsável por revitalizar o Batman nos anos 90 com o premiado Batman: Animated (o desenho do Batman com queixo quadrado). Realmente tem um "feel" do Batman: Animated, mas a atmosfera é muito mais adulta. É como e tivesse crescido com a gente. A história transcorre de forma bem fluida, introduzindo aos poucos os motivos por de trás da invasão ao Sanatório, não sendo apenas uma desculpa para conectar cada fase.
Os gráficos são lindos. Excelente trabalho de iluminação. O jogo tem a atmosfera sombria e noturna do personagem, mas ainda sim é possível ver com clareza todos os detalhes do cenário. E que detalhes! São tantos que até há um side-quest do Charada no qual você deve achá-los (através de pistas, claro). A dublagem é perfeita! Mesmo elenco da série Batman: Animated, então temos o Kevin Conroy como Batman (ótimo!) e ninguém menos que Mark Hamill (sim, o Luke Skywalker) como Coringa, lembrando que Hamill ganhou premio por seu trabalho como Coringa.
O gameplay do jogo é incrível! simples, eficiente e responsivo. Apenas um botão para ataque e um para "counter" e ainda assim foi possível traduzir para o console o estilo brutal e eficiente de lutar do Batman. Minha única ressalva é que senti falta de um botão para pulo, mas isso não chega a comprometer o jogo. Cada oponente requer uma abordagem diferente e o jogo valoriza muito Stealth, ou seja, a melhor tática é observar, avaliar e não ser visto.
O jogo traz também uma série de bat-gadgets a sua disposição como bataragues, grapple, scanners, etc... No modo "Detective" você pode seguir pistas, rastros, ver inimigos e seu status (consciente, nervoso, armado, etc...).
Além disso, tem challenges e side-quests interessantes (daquelas divertidas, e não das que são um saco que você só completa para zerar o jogo). O que. além de dar um replay value alto, te faz não querer largar o controle até terminar todos.
Há muito o que falar, mas vou parando por aqui para não entregar todo ouro (grande parte da diversão é ser pego de supresa pelo jogo).
Resumo: Título indispensável para qualquer gamer, vale MUITO a pena. Foi muito ver todo o cuidado dado ao jogo, trazendo para o gamer a experiencia de ser o Batman muito intensa
Grande abraço
Assinar:
Postagens (Atom)