Moral: Se vc não tem nenhum CoD esse é título para comprar. Se vc já tem um, troque o seu por esse porque compensa!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Crítica - Call of Duty - Black Ops (PS3)
Moral: Se vc não tem nenhum CoD esse é título para comprar. Se vc já tem um, troque o seu por esse porque compensa!
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Crítica - The Force Unleashed 2 - PS3
Sabe, joguei o primeiro de Force Unleashed. Achei o jogo médio: História curta mas interessante, foi até que interessante a idéia de como a Aliança Rebelde se formou. Apesar de não muito desenvolvida a premissa era boa.
Os controles também: Médios. Poderes funcionavam bem, mas o personagem era lerdo. Enfim, um jogo medíocre mas até interessante para os fãs da saga, já que era a 1o mídia fora do cinema que entraria para o canon.
Só posso dizer que quando foi anunciado o FU2 minha expectativa subiu nas alturas: Com certeza a Lucasarts iria corrigir os erros do 1o jogo e realmente fazer um mastepiece dos sonhos molhados nerd. O que eu imaginava era um impacto tão grande quanto dos 1os Dark Forces (PC). Mas mal sabia eu.
Sério, que jogo de merda!! A história, ou melhor, os 5 minutos cheios de clichês são imbecis! Qualé! O Mester Rahn-Kota age como um incompetente fanático, a Juno tem 30s em cena, Palpatine inexiste, Starkiller (ou clone, seila não importa) é um chorão. O prêmio da cretinice vai para o Vader.
Porra! Ele é o MotherF-ing DARTH VADER! Se todo o lance dele ter um aprendiz secreto era um mega uber plano para derrubar o Palpatine, na verdade envolto em uma conspiração manipulada pelo próprio Palpatine nesse aqui ele faz (seila p/ que) um monte de clones do Starkiller. E (óbvio) um escapa. E (óbvio) ele tem memórias sabe lá porque do Starkiller original. E o que ele faz? Se vinga? Se alia a Aliança e planeja um uber ataque? Não, vai atras da mina...
Foda que, o cliff-hanger do jogo é: Starkiller é ou não é o original. A resposta é: Não importa, não interessa, não vou te falar, e mesmo se ele for o clone ou não foda-se porque ele é o mesmo kara. Ficou claro que a equipe pensou.. hmmmmm e agora.. matamos o kara.... bom, fuck it.. clone!
Nada contra clones de uma maneira geral, mas se vc vai por essa estrada, tente explorar o conflito entre o senso de individualidade vs. coletivo; sou um produto ou alguém; minhas ações determinam meu destino ou o contrário.
Tá... história ruim somente não faz o game ser ruim... mas o problema é que jogar isso é chato. Não vou nem entrar no detalhe que esse jogo é um rip-off do God of War pq um monte é.. e isso nao faz ele ser ruim. O que estraga sao os controles... o Starkiller não corre, faz cooper e devagar... para atravessar os VASTOS cenários você tem que ficar dando "Dash", o que irrita pq fica apertando L1 desesperadamente. Outra coisa, se sua arma primária é uma espada (tá sabre de luz), bota uma função "lock" p/ os inimigos decente caceta, uma que de para selecionar com precisão em qual stormtrooper vc vai focar o ataque.
Fora que os pulos não são precisos e a câmera automática, ao invés de fornecer angulos cinematográficos é uma fonte de frustração.
Fora que as missões são EXTREMAMENTE REPETITIVAS com destaque para "épica" batalha final, que é um saco. Nenhuma variação de cenário também.
Sistema de upgrades é uma merda, pois vc começa e termina praticamente no mesmo nível e NÂO, NÃO TEM FORCE-CHOKE!
Moral da história: Esse jogo é um merda... ver horário político é mais interessante
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Crítica - Red Dead Redemption Undead Nightmare (DLC)
Quem gostou de GTA IV levanta a mão. Agora, de vocês quem gosta de Velho-Oeste? Agora de vocês quem curte zumbis? Bom, se você ainda está com a mão levantada vai achar o máximo o DLC (Downloadable Content) para o Red Dead Redemption - UNDEAD NIGHTMARE!!!! (não se preocupe... não precisa baixar.. da p/ comprar o jogo direto da loja.. já está a venda no Brasil).
A história se passa um pouco antes do final do jogo principal. Na pele de John Marston, uma bela noite o Uncle-Zumbi aparece e ataca sua familia. Você consegue matar o Zumbi-Uncle, mas não antes de ter sua esposa e filho infectados. Como solução você amarra os 2 e prende no quarto e ruma a Blackwater a fim de achar uma cura. Cavalgando pelo Velho-Oeste agora tomado pelos mortos-vivos você busca a cura da maldição, ajudando estranhos, salvando sobreviventes e resgatando cidades. Tudo no melhor clássico zumbi! Demais.
O story mode é bem mais curto que o original (se bem que, considerando que me custou 10 dólares não posso reclamar) mas é muito bem feito. Encontra-se todo o esperado de uma situação de apocalipse, gente louca alimentando entes queridos zumbi na esperança de ainda tê-los de volta, saques e caos generalizados.
Também reencontramos personagens do jogo principal em situações importantes, desde Seth (o maluco que roubava tumulos) até West Dickens (o médico charlatão). Como adições agora podemos domar os 4 (sim!!) cavalos (não cavaleiros...) do apocalipse, cada um com uma habilidade especial. Há também toda uma fauna nova mitológica como o Pé-Grande (Sasquatch), unicórnio e o Chupa-cabras (SIM!) não esquecendo também de que agora toda a fauna é zumbi.
Não há mais dinheiro. Digo, não lojas para comprar armas ou munição. Estas são ganhas ao salvar uma cidade ou um sobrevivente, de forma que o estímulo para estas ações é a recompensa fundamental.
Há mais de um tipo de zumbi, mas basicamente eles seguem a regra básica: Somente fogo ou Headshot para matar (destruir crânio na porrada também funciona). A única questão é que os zumbis, ao te verem, correm atrás de você (eu pessoalmente prefiro o clássico zumbi lerdo.. mas beleza).
Minha única crítica é que o jogo é meio... fácil demais. Terminei o story-mode e a única vez que morri foi quando acidentalmente cai no lago.
De qualquer forma é extremamente divertido e um excelente modo de aproveitar a temática zumbi (bem melhor que Prototype ou mesmo o Black Ops). Vale a pena mesmo!!!
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Heavy Rain (PS3) - Adventure? Filme Interativo?
O jogo é diferente de quase tudo que você ja viu: Claro, pega elementos de gêneros já conhecidos, mas o resultado é algo novo. E muito BOM!
O jogo é mistura elementos dos adventures point-and-click (a dinâmica me lembrou muito Black Dahlia e Day of the Tentacle - esse último pelos vários personagens) com Cutscenes com quick-time events tipo God of War. A novidade é que errar algum desses quick-time events não faz você perder, a história apenas muda de rumo. Aliás, é impossível ter GAME OVER nesse jogo.
Então, onde está o desafio?
O jogo na verdade se baseia em uma história intrincada, inteligente e empolgante. Não me lembro aliás de um game que me envolvi tanto com a história, nem um filme mesmo!
Basicamente você acompanha a história simultânea de 4 personagens na investigação de um Serial Killer, o Assassino do Origami. O legal é que a trama é muito bem amarrada (salvo algumas sessões meio inúteis) e os personagens são muito bem desenvolvidos. A dublagem não é lá essas coisas, mas você realmente se interessa por cada um deles e quer ver o que vai acontecer em seguida.
Com isso, mesmo não correndo o risco de um GAME OVER, você se pega envolvido com a história e se preocupando em tomar a melhor decisão para o personagem.
Claro, há alguns problemas: Como uma forma de "imersão" na história, o quick-time event, quando o personagem está um uma situação tensa, aparece tremido. Com isso ocorre de vc errar alguns eventos. Apesar de essa ser a intenção dos criadores (em situações de pressão é mais fácil tomar decisões erradas) isso irrita um pouco.
De qualquer forma, é um título bem legal! Os caras provaram que dá p/ fazer um jogo que basicamente se suporta na história. Um must-have
Abraços
segunda-feira, 22 de março de 2010
Crítica - God of War III
A essa altura do campeonato, se você é um fã da série já deve ter visto todos os trailers, clips video previews e vídeos reviews que existem sobre o God of War III, mas de qualquer forma vou tentar listar o que achei do jogo sem repetir o que já foi exaustivamente dito.
Apresentação - DEMAIS! Realmente demais. É um dos jogos mais bonitos que eu já vi. Extremamente detalhado, sem lag NENHUM! o que é surpreendente contando com o que o ocorre on-screen simultaneamente. Minha única crítica é com a dublagem. Não que tenha piorado, mas como os diálogos são maiores neste jogo os problemas ficam mais evidentes. Para combinar com o visual e trilha sonora, seria legal se os personagens soassem mais "épicos", com vozes mais poderosas. Isso ficou mais evidente na Pandora, Hélios e Hermes. A dublagem do Kratos e Atena está legal!
O gore no jogo tá 1000%! Sangue e tripas p/ todos lado. Principalmente no quicktime kill do Centauro, no qual os intestinos dele ficam no chão (F#$5 YEah!). Um detalhe é que, após uma morte bem sangrenta, o corpo do Kratos fica coberto de sangue por alguns instantes, contribuindo para o realismo do jogo.
Gameplay - Não tem muito o que dizer. Não mudou, somente melhorou. O gameplay é o mesmo, mas está melhorado. Algumas adições como poder trocar de armas durante um combo deixaram o combate mais fluido. Além disso, o com o AI melhorado e com o aumento de inimigos on-screen (50 por vez ao invés dos 15 anteriores) agora o famoso combo "quadrado, quadrado, triângulo" não é mais a solução para tudo. Evasão e counter são bem mais utilizados em combate. O único problema é que, tirando o Cestus, as outras armas são versões da Blade of Exile. Eu senti falta de uma variedade maior, como no God of War II (Hammer, Spear of Destiny, Blade of Olympus jogável). A Blade of Olympus agora faz parte do Rage of Sparta mode (substituto do Rage of the Gods, Rage of Titans).
História - É boa, como sempre recheada de mitologia, mas não está a par como resto do jogo. Diferente dos demais títulos, a história dessa vez não é tão direta, com algumas sub-plots espalhadas. Com isso o que deveria ser o epílogo da saga acaba não amarrando todas as pontas. A história algumas vezes fica confusa, em que alguns personagens ficam sem função, para citar alguns: A consorte de Poseidon; Hera; Afrodite (FUNÇÃO NA HISTÓRIA! A parte da Afrodite é uma das mais legais do jogo).
Para dizer a verdade, minha única crítica é que o jogo é um pouco curto. Basicamente em 14h-15h dá para terminar. Claro que tem um fator replay para upar todas as armas, completar os challenges etc... Mas eu gostaria que tivesse um pouco mais de história, que amarrasse um pouco mais das pontas.
Resumo:
De qualquer forma é um dos melhores jogos de ação de todos os tempos, vale MUITO a pena comprar, principalmente se você gostou dos 2 primeiros. Com certeza é um must-have para quem tem PS3
Abs!
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Comparação Dragonball Raging Blast PS3 Vs. Dragonball Burst Limit PS3
Basicamente são ambas iguais, passando principalmente pela fase Z. Desde a Saga Saiya-jin passando pela Freeza, Cell e Majin Buu. Não muito o que dizer, é igual ao anime.
2o - Gameplay
Enquanto o Burst Limit emula um um jogo de luta 2D (mais ou menos) o Raging Blast é realmente 3D (360° mesmo). O gameplay do Raging Blast é um claro retorno ao estilo da série Tenkaichi e Budokai do PS2, o que realmente é melhor e funciona bem.
3o - Apresentação
Ambos trabalham com cell shading, mas o Burst Limit dá um toque de renderização melhor. Claro, os gráficos no Burst Limit são mais trabalhados, mas não são melhores. Digo isso porque cell shading funciona melhor para a franquia. Sendo baseado num animê/mangá, cell shading dá mais um feel de assistir o animê. Aliás, nisso o Raging Blast é perfeito.
4o - Overall
No Overall, Raging Blast dá um pau. O jogo é mais bonito, mais fluido, o gameplay é extremamente simples (jogo de luta tem q ser pegar e jogar) mas apresenta um desafio (nos modos normal e hard, o easy é bico). Raging blast reproduz as cenas mais marcantes do anime com perfeição, o que é um bônus. Ah! ambos tem, mas é digno de nota: É possível selecionar o áudio em japonês (com as vozes originais), o que é sensacional.
Resumindo: Fiquem com o Raging Blast, mas mesmo assim só se vc for fã de Dragonball radical
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
Crítica Assassin's Creed II PS3
História: Sensacional!! Enredo muito bem feito! Eu pessoalmente sou um fã de conspirações, rede de intrigas que permeiam a história; principalmente se envolver explicações para fatos históricos notáveis. Basicamente a idéia é um Código DaVinci que fumou crack (se disser mais vira spoiler).
Você assume o papel de Desmond Miles, revivendo através do Animus as memórias de outro ancestral, desta vez o italiano Ezio Auditori da Firenze, nas últimas décadas do séc XV (início da Renascença). A história envolve vingaçã e a busca pelas Pieces of Eden.
Apresentação: O jogo é muito detalhado, muito bonito. Basicamente cada fresta, cada reentrância é presente e passível de interação. É possível cada detalhe da vestimenta da época se movendo de forma convincente de acordo com o movimento. Não só isso, mas também a interação com água também está boa. Em muitas partes há muitos personagens na tela, e isso não provocou lag algum. Algumas poucas vezes notei alguns problemas de renderização, mas nada preocupante. A dublagem no entanto é uma MERDA. TODOS os personagens falam uma mistura de inglês e italiano digna de filme de máfia lado B. O melhor seria inciar as falas em Italiano mesmo e colocar algo "acionando tradução" e todo mundo fala inglês e pronto.
Gameplay: Regular. Muito pouco responsivo, totalmente duro. Basicamente Ezio se move em no máx 8 vetores, e não em 360 como deveria ser (nesse ponto Infamous e Prototype são bem melhores). Você vai notar que muitos pulos são na sorte, várias vezes a direção de um salto sai errada. Isso deixa o jogo um tanto frustrante, ainda mais quando você morre porque "acidentalmente" pulou do alto da torre. Mas essa falha fica mais evidente nas missões e sidequests de tempo (principalmente as corridas). No geral dá para conviver.
Resumo: Vale a pena?? Vale sim! Só não acho que merece tanta exaltação como o "melhor open-world", mas de qualquer forma vale o preço! é um jogo muito bom.
Abraços!
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Crônica - Odisséia da Tela Vermelha (RSOD) no PS3
- Não há uma causa clara para o defeito: Alguns notaram que o defeito ocorre ao alterar as configurações de som. No meu caso, eu simplesmente liguei o PS3 e me deparei com o defeito.
- Não há conserto: Tentei reparar o sistema via Restore Mode (para entrar: com o PS3 em stand-by, aperte e segure o botão de ligar até ouvir o segundo "bip"; aperte novamente o botão até ouvir um bipe duplo; solte o botão). Nenhuma das opções resolveu o problema.
- Única solução possível: Mande para Sony ou reze para ter garantia.
Ainda mais considerando que a Sony Brasil NÃO dá suporte para PS3 então basicamente se ocorrer com você, após a garantia, vc se fudeu (sorry, mas é fato).
A boa notícia é que o defeito é bem mais raro que as luzes vermelhas do XBOX. No entanto, não pude isolar algum modelo específico que tenha apresentado o problema (vi apenas que nos modelos SLIM não tem ocorrido).
Só posso dizer que estou extremamente aliviado de ter resolvido o problema sem ter que gastar nenhum dinheiro. No caso, a loja que me deu a garantia (e cumpriu da melhor forma possível) foi a Extreme Games (Av. Paulista, 392 - Loja 44/45 Tel: 11-3251-1453 - Thiago / Rafael). A atenção foi tanta que a loja, mesmo sem ter o console no estoque, comprou um PS3 novo de outra loja para cumprir o prazo prometido.
Enfim, se alguém tem alguma outra informação, ou quiser aproveitar a "terapia de grupo" deixa um comment ae!
Abçs,
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Contagem regressiva God Of War III - PS3
OOAAAARRRRGHHHHHH!!!!
Março 2010!!!
Abraços
Prototype Vs. inFamous (PS3)
Comecemos:
1o - História:
A história de ambos é interessante, mas no caso eu prefiri a do Prototype. A conspiração militar tem mais foco e o recurso do Web Of Intrigues é mais interessante que as Dead Drops; além da Web ser mais extensa, tem filminho, a Dead Drop é só o som. As reviravoltas são mais legais no Prototype e tem um gancho legal para o 2 (o que acontece com o Pariah). No InFamous é bem óbvio o que vai acontecer então não tem tanta graça, mesmo com as diferenças de história entre o Good Karma e Bad Karma.
2o - Gameplay:
São muito parecidos. Mas a vantagem ainda é do Prototype. Pelo simples fato de você conseguir dar Lock nos inimigos. Algo que senti falta no InFamous foi uma função de Lock on. Claro que isso talvez tirasse um pouco do desafio, mas seria legal poder dar Lock e usar Parkour para desviar de algum ataque. A vantagem é do Prototype, mas por pouco. Os poderes de Cole são mais interessantes que o do Alex Mercer, fora que a possibilidade de escolher o estilo de poderes vai Good Karma e Bad Karma é bem legal.
3o - Apresentação:
O InFamous é superior. Cada saliencia de cada prédio é explorada. Para aproveitar ao máximo o Parkour, tudo no jogo pode ser escalado. As cutscenes, apesar de no estilo de Animated comic, funcionam muito bem e nesse caso digo até que ficaram melhores que movies tradicionais. A medida que o jogo avança, a eletricidade é religada e os territórios tomados, fica notável como a cidade se transforma. O mais legal no InFamous é a possibilidade de realmente limpar a cidade. No Prototype é impossível limpar uma área permanentemente da infecção, mesmo depois de destruir a fonte (Elizabeth Greene). No InFamous você toma o território e praticamente acaba com as gangues (salvo algumas raras aparições).
4o - Diversão:
Bom, o estilo dos jogos são muito iguais, além de que "diversão" é um critério subjetivo, mas para dar a minha opinião: Achei mais divertido o InFamous. As side quests servem para algum propósito direto (seja tomar território somente ou ganhar algum upgrade). As do Prototype são apenas para ganhar XP points. Fora que as side missions do InFamous tem uma histórinha, as do Prototype é ou uma corrida, ou mate todos ou seila, sem apresentação nenhuma.
Geral: No final das contas, acabei gostando mais do InFamous.
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
Opinião Metal Gear Solid 4 - Guns of the Patriots PS3 -História
- Metal Gear é praticamente um filme interativo ao invés de um jogo comum
- Ta muito tarde para fazer um review do jogo
E o que achei? Sinceramente, achei médio. Achei algumas partes um pouco forçadas, achei outras muito melodramáticas e um pouco de clichê (principalmente do meio para o fim). No entanto achei interessante o cenário que o Hideo Kojima propõe, o conceito da War Economy. Achei bem atual, detalhado e didático. É legal ver que o 4 é literalmente um fechamento da série: Ele une os temas dos jogos anteriores - Genética (Metal Gear Solid 1); Informação (Metal Gear Solid 2) e Ambiente/Época (Metal Gear Solid 3) e mistura de uma forma bem harmônica.
Alias, a idéia de fechamento é bem forte. Todas as pontas soltas são amarradas, todas os motivos revelados. Não nenhum gancho final (ou seja, não tem aquela conversinha supresa depois dos créditos). Assiim, duvido muito o que teremos uma sequencia com Solid Snake (o que eu acho uma merda nesse ponto).
Enfim, achei a história boa mas não é ótima (a do Metal Gear Solid 3 dá de 10 a 0). Admito que tinha altas expectativas e por isso talvez tenha me decepcionado um pouco. De qualquer forma é um título bem legal e vale a pena "assistir".
Abraços
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O que achei de Batman - Arkham Asylum PS3
O jogo começa com a captura do Coringa pelo Batman, sendo levado sob custódia para o Arkham. Ao chegar lá o Coringa toma o controle do Sanatório e cabe ao Batman descobrir o porque e impedi-lo.
O roteiro foi escrito por ninguém menos que Paul Dini, responsável por revitalizar o Batman nos anos 90 com o premiado Batman: Animated (o desenho do Batman com queixo quadrado). Realmente tem um "feel" do Batman: Animated, mas a atmosfera é muito mais adulta. É como e tivesse crescido com a gente. A história transcorre de forma bem fluida, introduzindo aos poucos os motivos por de trás da invasão ao Sanatório, não sendo apenas uma desculpa para conectar cada fase.
Os gráficos são lindos. Excelente trabalho de iluminação. O jogo tem a atmosfera sombria e noturna do personagem, mas ainda sim é possível ver com clareza todos os detalhes do cenário. E que detalhes! São tantos que até há um side-quest do Charada no qual você deve achá-los (através de pistas, claro). A dublagem é perfeita! Mesmo elenco da série Batman: Animated, então temos o Kevin Conroy como Batman (ótimo!) e ninguém menos que Mark Hamill (sim, o Luke Skywalker) como Coringa, lembrando que Hamill ganhou premio por seu trabalho como Coringa.
O gameplay do jogo é incrível! simples, eficiente e responsivo. Apenas um botão para ataque e um para "counter" e ainda assim foi possível traduzir para o console o estilo brutal e eficiente de lutar do Batman. Minha única ressalva é que senti falta de um botão para pulo, mas isso não chega a comprometer o jogo. Cada oponente requer uma abordagem diferente e o jogo valoriza muito Stealth, ou seja, a melhor tática é observar, avaliar e não ser visto.
O jogo traz também uma série de bat-gadgets a sua disposição como bataragues, grapple, scanners, etc... No modo "Detective" você pode seguir pistas, rastros, ver inimigos e seu status (consciente, nervoso, armado, etc...).
Além disso, tem challenges e side-quests interessantes (daquelas divertidas, e não das que são um saco que você só completa para zerar o jogo). O que. além de dar um replay value alto, te faz não querer largar o controle até terminar todos.
Há muito o que falar, mas vou parando por aqui para não entregar todo ouro (grande parte da diversão é ser pego de supresa pelo jogo).
Resumo: Título indispensável para qualquer gamer, vale MUITO a pena. Foi muito ver todo o cuidado dado ao jogo, trazendo para o gamer a experiencia de ser o Batman muito intensa
Grande abraço
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Leque maior: Reviews de PS3! Hoje: Prototype
Você assume a identidade de Alex Mercer, você descobre que tem superpoderes e está com amnésia. Precisa recuperar a memória ao mesmo tempo que luta contra o exército e contra um infecção que ameaça Manhattan, no caminho revelando uma conspiração.
Este jogo não é nada original. No entanto a grande vitória da Radical Entertainment foi pegar as melhores partes de cada título e incluir no título (inclusive o "visu" do protagonista, é um cover claro do Assassin's Creed). O jogo é sand-box free roam (tipo GTA). Você tem uma gama de superpoderes que tornam andar por Manhattan sensacional tipo:
- Supervelocidade
- Superforça
- Agilidade (no melhor estilo parkour)
- Habilidade de planar
- Transformar em outras pessoas
- Produzir escudo/"armadura"
- Visão térmica
- Escalar paredes (estilo Homem-Aranha)
- Transformar braços em: Garras, pedra, Chicote, Espada
Além disso, você tem o poder de absorver outros para não só ganhar vida e habilidades, mas também memórias. Isto leva a uma parte interessante do jogo (Web of Intrigues) na qual você descobre e revelas os motivos por trás da história.
O gameplay é padrão, mas muito caprichado. Bem responsivo e suave. Gráficos são muito bonn, sem falha de renderização (apesar de algumas vezes vc "atravessar" objetos). O tamanho e detalhamento do mapa é animal. O jogo rola suave sem Lag (o que é de se esperar de um título de PS3).
Tem um replay-value alto, com uma série de side-quests e upgrades.
Resumo: Pode não ser o título mais criativo do ano, mas é uma excelente escolha para começar. Com certeza é um título que vc vai aproveitar e se divertir muito
abraços!