Kara, puta jogo longo! Demorei tudo isso para escrever a crítica e vou te dizer... Ainda não to nem na metade do jogo!!
Para quem não conhece, Kingdom Hearts é uma franquia da SquareEnix com a Disney. Um tipo de RPG de ação de ação no "estilo Zelda", mas com um peso maior no "RPG". No caso a franquia é muito popular no Japão, mas com um sucesso mais modesto no ocidente.
Isto é na verdade um grande "crossover" entre personagens Disney e da série Final Fantasy, usando como "ponte" os personagens próprios desta franquia.
A história trata basicamente do link entre mundos através do coração, e como estes se unem a fonte de todos os corações (Kingdom Hearts). É a jornada clássica do herói, com a Busca (no caso do Kingdom Hearts) contra as forças do mal.
Este é o 5 título da série e, apesar de portable, é o mais longo até o momento. Também é um prequel, se passando 4 anos antes do 1o jogo da série (para PS2). Vou então me fixar nele:
História: Vou repetir, É ENORME! logo no começo você pode escolher entre cada um dos 3 personagens diferentes (Ventus, Aqua ou Terra), sendo que cada um tem sua tragetória particular (que se interligam entre si para formar o panorama geral da históra). Para terminar o jogo vc deverá jogar todas as 3, mas a ordem pouco importa (segundo o criador, a melhor forma seria jogar 1o a do Terra, 2o a da Aqua e por último a do Ventus... eu comecei errado hahahah Ventus 1o.. ).
De qualquer forma cada uma delas parece ser bem grande (a do Ventus eu ainda não terminei... e to na primeira) mas até o momento não achei muito empolgantes não... pelo menos o Ventus é um babaca emo Justin Bieber que só chora e e fica querendo "fazer amigos". O ponto negativo mesmo é que somente quem jogou os anteriores vai entender o que está acontecendo mesmo, pois não há grandes explicações.
Gameplay: Nada de novo, igual aos demais e totalmente inspirado nos Zeldas em 3D. Somente para citar o sistema de Decks (como RPG card games, tipo Magic) que achei interessante. É possível customizar até 3 Decks com habilidades diferentes, trazendo um tanto de variedade para o gameplay. A interface é bem amigável, então mesmo os fãs que não curtem jogos tão parados vão se entreter pois ficar customizando cada deck não leva muito tempo.
Como ponto negativo achei ruim não ter uma barra de magia e sim que, para poder uma nova magia deve ser esperar o tempo para a habilidade "recarregar". Claro, isso te obriga a utilizar outras habilidades, evitando um vício e por consequencia "perda da novidade", mas eu achei ruim isso ser "obrigado". Ao meu ver faça cada habilidade ser interessante a ponto do jogador QUERER usar, e não obrigá-lo por meio de um artifício idiota.
Os controles sõa simples mas nada responsivos (o Ventus pelo menos é um lerdo) e os personagens pulam como se estivessem na Lua.
Gráfico: Muito bons!! Aliás, nível PS2! ficou excelente e muito bonito, tanto durante o jogo, quanto nas in-game scenes, e especialmente nas cutscenes que são lindas. Não vi nenhum problema de renderização, nenhum lag, mesmo com excessiva ação (explosões, múltiplos inimigos, magia).
Overall: Olha, sinceramente não é um ´título para toda família. Mas se você é um fã da série vale a pena conferir. É um jogo ENORME e portanto vai render muitas horas de jogo (considerando que vc seja fã o suficiente para se interessar pela história)
Abraços!!
Mostrando postagens com marcador psp. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador psp. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 19 de outubro de 2010
terça-feira, 22 de junho de 2010
Crítica Metal Gear - Peace Walker (PSP)
Fazia tempo que não postava uma crítica de game aqui, por isso hoje vamos falar do último Metal Gear que saiu - Peace Walker para PSP
Este é uma sequência ao título anterior - Metal Gear Portable Ops. A história segue da onde parou, ou seja, mostra Big Boss (ainda referido como Snake) como um free-lancer no período da guerra fria (no caso, após a crise dos mísseis em Cuba). Snake comanda a organização Militairs Sans Frontiérs (Militares Sem Fronteiras - nos moldes do Médicos Sem Fronteiras). O jogo mostra os prmórdios e a ascenção desta organização e formação de sua base - Outer Heaven.
História: É Metal Gear by Hideo Kojima. Auto-explicativo
Apresentação e Gameplay: Os gráficos e gameplay melhoraram bastante do Portable Ops. Agora para recrutar os soldados não é mais necessário levá-los até o caminhão, basta usar o Fulton System (é um sistema de extração via helicóptero, o mesmo que o Batman usa no filme TDK). É possível seguir o story mode online (dependendo da missão) o que torna o jogo extremamente inteligente. Há um sistema de frases-prontas para coordenar a investida e é possível para cada jogador desempenhar papéis diferentes.
Assignação de pessoal para os times (médico, refeitório, combate, espionagem) ficou mais simples. Com as assignações é possível desenvolver novas armas e item, manter a base, prevenir e curar soldados feridos e (o mais legal) enviar esquadrões para missões externas. Estas missões não são "jogáveis" e sim se desempenham como se num card game. Mesmo assim, é possível coletar items e recrutar soldados dependendo do desempenho.
É possível capturar também maquinário (tanques, helicópteros, etc...) do inimigo. Estes são mid-bosses, mas matando os soldados e o capitão vc ganha o maquinário e pode usá-lo nas missões externas. Uma das coisas que eu achei mais legal é que é possível desenvolver um Metal Gear seu, e usá-lo nas missões externas.
O jogo agora tem uma visão over-shoulder (como Resident Evil 5) que é legal. A parte ruim é que não é possível se arrastar, nem atirar deitado.
Conclusão: Esse título é muito bom! Um excelente follow-up do Portable Ops. Um jogo que mistura generos muito bem: Estratégia, Ação e RPG
Abraços
Este é uma sequência ao título anterior - Metal Gear Portable Ops. A história segue da onde parou, ou seja, mostra Big Boss (ainda referido como Snake) como um free-lancer no período da guerra fria (no caso, após a crise dos mísseis em Cuba). Snake comanda a organização Militairs Sans Frontiérs (Militares Sem Fronteiras - nos moldes do Médicos Sem Fronteiras). O jogo mostra os prmórdios e a ascenção desta organização e formação de sua base - Outer Heaven.
História: É Metal Gear by Hideo Kojima. Auto-explicativo
Apresentação e Gameplay: Os gráficos e gameplay melhoraram bastante do Portable Ops. Agora para recrutar os soldados não é mais necessário levá-los até o caminhão, basta usar o Fulton System (é um sistema de extração via helicóptero, o mesmo que o Batman usa no filme TDK). É possível seguir o story mode online (dependendo da missão) o que torna o jogo extremamente inteligente. Há um sistema de frases-prontas para coordenar a investida e é possível para cada jogador desempenhar papéis diferentes.
Assignação de pessoal para os times (médico, refeitório, combate, espionagem) ficou mais simples. Com as assignações é possível desenvolver novas armas e item, manter a base, prevenir e curar soldados feridos e (o mais legal) enviar esquadrões para missões externas. Estas missões não são "jogáveis" e sim se desempenham como se num card game. Mesmo assim, é possível coletar items e recrutar soldados dependendo do desempenho.
É possível capturar também maquinário (tanques, helicópteros, etc...) do inimigo. Estes são mid-bosses, mas matando os soldados e o capitão vc ganha o maquinário e pode usá-lo nas missões externas. Uma das coisas que eu achei mais legal é que é possível desenvolver um Metal Gear seu, e usá-lo nas missões externas.
O jogo agora tem uma visão over-shoulder (como Resident Evil 5) que é legal. A parte ruim é que não é possível se arrastar, nem atirar deitado.
Conclusão: Esse título é muito bom! Um excelente follow-up do Portable Ops. Um jogo que mistura generos muito bem: Estratégia, Ação e RPG
Abraços
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Crítica - Dungeon Siege: Throne of Agony - PSP
Oi pessoal! Desculpa a demora na atualização... O trampo tá um inferno e literalmente não tive tempo para postar nada aqui! Vou tentar manter um post por semana! Bom, enfim...
Essa semana estou jogando Dungeon Siege: Throne of Agony no PSP. Olha, é um título beem interessante. Basicamente é um rip-off total de Diablo, mas como não temos esta obra-prima (sim, eu curto Diablo) então fica como um stand-in.
Apresentação:
Os gráficos são basicamente os mesmos de Diablo 2, não tem muito o que falar. Joga-se em 3a pessoa com aquela vista Overview de cima, que emula os títulos clássicos e de handheld do Zelda. Som é medíocre, não tem nada que se sobressaia ou atrapalhe. Detalhe que algumas falas dos NPCs são sonorizadas, mas apenas um pouco.
História:
Infelizmente ainda to jogando então não posso avaliar toda a trama. Mas pelo que pude ver também não desvia do consagrado. Personagem começa no básico, com uma quest final definida e ao se envolver com os demais NPCs se envolve mais na trama que se expande. Bom, quem jogou warcraft, Diablo, etc... sabe do que estou falando. Es lo mismo.
Gameplay:
Apesar de ser igual Diablo, eu achei inteligente a forma como reproduziram no PSP. Os criadores conseguiram fazer gameplay legal para esse estilo de jogo (apesar das limitações de botões). O analógico movimento o personagem, X ataca e O, Triangulo, quadrado e combinações com R são customizáveis para habilidades. Os direcionais são usados para acessar menu de poções, mini-map e troca rápide de armas (pode-se manter equipados uma melee weapon e uma range weapon ao mesmo tempo)
Prós:
Divertido, direto (as quests não embaçam p/ começar e avançar, o que é ideal em um portátil)
Diferentes tipos de class advancement
Curva de aprendizado ZERO
Tem suporte online (fundamental para esse tipo de jogo)
Contras:
Poucas escolhas de classe (só 3)
Magias meio clichês
Quests um tanto repetitivas.
Overall: Olha, vale a pena! é um jogo divertido que tem um valor de replay alto. Mas se tiver guardando p/ o Kingdom Hearts, então continua guardando hehehe
quarta-feira, 10 de março de 2010
Dica - Age of Zombies - PSP
Tive uma boa surpresa com esse joguinho - Age of Zombies. A premissa é a mais sussa possível. Um cientista louco resolve mandar um monte de zumbis para vários períodos da história e assim destruir a humanidade e vc (Steakfries) vai atrás para matar todos.
História mais lado B impossível (quer dizer, sem contar House Of The Dead - Overkill) mas muito engraçada! Você deve destruir todos os zumbis em cada cenári, que é inspirado em períodos históricos.
Alias, todo o jogo é cheio de humour clássico desses filmes B. As piadas giram em torno dos clichês, dos one-liners, etc...
Os gráficos são bem simples o que dá um ar mais engraçado. São gráficos bem similares aos do Nintendo DS. Mas para dizer a verdade achei bem engraçado um jogo de Zumbi com gráficos de Zelda hahaha (cabeçudo atirando nos outros zumbis cabeçudos).
Bom, o gameplay é o mais simples possível, priorizando a diversão. É um top-down shooter (igual os Zeldas clássicos e os do DS). Analógico e direcional pad movimentam e O, Quadrado, Triangulo e X atiram para as respectivas posições (Esq; Dir; p/ cima e p/ baixo). O botão L atira uma arma secundária e R atira (igual aos botões).
Basicamente é um jogo simples (cerca de 34 MB) direcionado mais para casual gamers, mas deve divetir todo mundo! Jogo ideal para handhelds pois é uma excelente forma de passar o tempo (tipo RockBand - Unplugged) no ônibus; metrô; viagens; fila; etc...
Veja o gameplay!!
História mais lado B impossível (quer dizer, sem contar House Of The Dead - Overkill) mas muito engraçada! Você deve destruir todos os zumbis em cada cenári, que é inspirado em períodos históricos.
Alias, todo o jogo é cheio de humour clássico desses filmes B. As piadas giram em torno dos clichês, dos one-liners, etc...
Os gráficos são bem simples o que dá um ar mais engraçado. São gráficos bem similares aos do Nintendo DS. Mas para dizer a verdade achei bem engraçado um jogo de Zumbi com gráficos de Zelda hahaha (cabeçudo atirando nos outros zumbis cabeçudos).
Bom, o gameplay é o mais simples possível, priorizando a diversão. É um top-down shooter (igual os Zeldas clássicos e os do DS). Analógico e direcional pad movimentam e O, Quadrado, Triangulo e X atiram para as respectivas posições (Esq; Dir; p/ cima e p/ baixo). O botão L atira uma arma secundária e R atira (igual aos botões).
Basicamente é um jogo simples (cerca de 34 MB) direcionado mais para casual gamers, mas deve divetir todo mundo! Jogo ideal para handhelds pois é uma excelente forma de passar o tempo (tipo RockBand - Unplugged) no ônibus; metrô; viagens; fila; etc...
Veja o gameplay!!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Critica - Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising PSP
Bom, sou fã de Naruto (óbvio, pela fotinho no perfil né?) e já faz um tempo tenho procurando jogos legais de Naruto, por isso antes de dar meu parecer no jogo, vou contar um pouquinho da minha experiência com games do Naruto
Joguei para Wii - Naruto Clash of Ninjas Revolutions 2 e 3 (esse é do Shipuuden) e para dier a verdade achei extremamente chatos. Basicamente são o MESMO jogo, com um gameplay simplista e chato, gráficos grosseiros (Os da séries Tenkaichi são beemm melhores).
Para um jogo nesse estilo não precisa de muita história, só um gameplay fluido, trilha sonora boa e gráficos minimamente caprichados (um cell-shading bem feitinho já bastaria). Mas no tá um trabalho feito nas coxas.
Depois tentei Naruto Ultimate Ninja Heroes - PSP. Achei bem divertoso! É um joguinho de luta 2D no estilo SuperSmash Bros. Gráficos em cell-shading; Power-ups; musicas legais; cenário com 2 planos.. enfim, legal! O saco é que demora muito para destravar personagens, não tem muitas opções, e também não tem um sistema de XP para aumentar de Level. Ah! pode-se escolher as vozes no original japonês (legendas em inglês), o que é legal
Eis que me deparei com Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising para o PSP. O jogo muda um pouco o foco da luta, pode ser mais classificado como um híbrido de RPG Ação/Plataforma com elementos de luta. É bem intuitivo, gameplay responsivo e missões até que com uma certa variabilidade. Tem um sistema de XP para dar Level- up beeemm legal, o que te motiva a cumprir as missões. O Story mode segue o arco do Shipuuden de resgatar o Gaara, mas é bem chatinho, muito texto e pouco jogo. Os gráficos não são os melhores, mas funcionam. É mais fácil destravar os personagens, mas ainda não sei quantos tem (ainda não destravei todos).
É possível customizar praticamente tudo, escolhendo desde habilidades até Power ups (Kunais, Shurikens) que são muito variáveis. O sistema de customização de habilidades é bem similar ao da série Tenkaichi; você usa scrolls de acordo com o número de slots disponível e Level do personagem. Um plus, também é possível escolher as vozes no original japonês (legendas em inglês)
Resumo da ópera: Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising para o PSP é um joguinho divertido, bom para passar o tempo. Pode não ser o melhor dos títulos, mas dá de 10 a zero na série Clash of Ninjas Revolution. Enfim, esse jogo é como fazer cruzadinhas: Mata o tempo, é simples e divertido. Para mim basta
Deem uma olhada no gameplay
ABçs
Joguei para Wii - Naruto Clash of Ninjas Revolutions 2 e 3 (esse é do Shipuuden) e para dier a verdade achei extremamente chatos. Basicamente são o MESMO jogo, com um gameplay simplista e chato, gráficos grosseiros (Os da séries Tenkaichi são beemm melhores).
Para um jogo nesse estilo não precisa de muita história, só um gameplay fluido, trilha sonora boa e gráficos minimamente caprichados (um cell-shading bem feitinho já bastaria). Mas no tá um trabalho feito nas coxas.
Depois tentei Naruto Ultimate Ninja Heroes - PSP. Achei bem divertoso! É um joguinho de luta 2D no estilo SuperSmash Bros. Gráficos em cell-shading; Power-ups; musicas legais; cenário com 2 planos.. enfim, legal! O saco é que demora muito para destravar personagens, não tem muitas opções, e também não tem um sistema de XP para aumentar de Level. Ah! pode-se escolher as vozes no original japonês (legendas em inglês), o que é legal
Eis que me deparei com Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising para o PSP. O jogo muda um pouco o foco da luta, pode ser mais classificado como um híbrido de RPG Ação/Plataforma com elementos de luta. É bem intuitivo, gameplay responsivo e missões até que com uma certa variabilidade. Tem um sistema de XP para dar Level- up beeemm legal, o que te motiva a cumprir as missões. O Story mode segue o arco do Shipuuden de resgatar o Gaara, mas é bem chatinho, muito texto e pouco jogo. Os gráficos não são os melhores, mas funcionam. É mais fácil destravar os personagens, mas ainda não sei quantos tem (ainda não destravei todos).
É possível customizar praticamente tudo, escolhendo desde habilidades até Power ups (Kunais, Shurikens) que são muito variáveis. O sistema de customização de habilidades é bem similar ao da série Tenkaichi; você usa scrolls de acordo com o número de slots disponível e Level do personagem. Um plus, também é possível escolher as vozes no original japonês (legendas em inglês)
Resumo da ópera: Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising para o PSP é um joguinho divertido, bom para passar o tempo. Pode não ser o melhor dos títulos, mas dá de 10 a zero na série Clash of Ninjas Revolution. Enfim, esse jogo é como fazer cruzadinhas: Mata o tempo, é simples e divertido. Para mim basta
Deem uma olhada no gameplay
ABçs
sexta-feira, 18 de setembro de 2009
Opinião: Rock Band Unplugged para PSP
Claro que esta versão para PSP, por ser em um handheld, não tem os já consagrados controles especiais (guitarra, bateria, mic). Ou seja, neste jogo o objetivo não é simular como seria tocar em uma banda. O importante é que nem por isso o jogo deixa de ser divertido.
O "unplugged" do título não é como "acústico", na verdade é uma referência ao console (que é portátil) e ao fato de não se usar os controles-instrumentos. Neste o jogador "toca" todos os instrumentos (incluido vocal) da música ao mesmo tempo (na verdade é um lick por instrumento). Uma vez que acerta você troca de instrumento, se acerta todos vc entra em Band Groove e a musica toca normalmente. Caso erre, deve continuar com mesmo até acertar a frase. No começo o gameplay pode ser um pouco confuso, mas já na 2a música vc se acostuma.
O jogo surpreendentemente é muito divertido, digo, atende ao propósito. É uma boa forma de passar o tempo enquanto toca uma musica. É um bom jogo para relaxar!
O playlist é bem eclético, de músicas presentes em outras versões do Rock Band. Os gráficos são bem legais, mantendo o mesmo estilo cartunesco dos outros. O defeito mesmo é que não dá para jogar online. Detalhe importante: jogue com os fones! Os alto-falantes do PSP não fazem jus às músicas.
Resumo: Uma boa dica, e um jeito interessante de relaxar e passar o tempo.
Abração!
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Crítica de Dragon Ball Z - Shin Budokai 2 - Another Road
Bom, este não traz absolutamente nada denovo em comparação com os anteriores (incluindo a série Budokai e Tenkaichi para PS2). É o smashing-buttons clássico, com gráficos em cell shading (se bem que no caso dos jogos Dragon Ball funcionam bem, já que é baseado em um mangá/Anime).
Temos os personagens clássicos (Goku, Vegeta, Piccolo, Gohan) com algumas inclusões interessantes (Gohan da linha temporal alternativa "Future Gohan").
A história do jogo, uma exceção dos outros títulos, não segue o Anime. É teoricamente uma história original que se passa na linha temporal alternativa da Saga Cell (aquela que tem o Future Trunks com espada), seria como "O que aconteceria se a Saga Buu ocorresse na linha temporal alternativa de "Future Trunks".
No entanto o jogo é EXTREMAMENTE REPETIVO. Eu sei que dizer isso de um jogo de luta é meio besta, mas o problema é que você acaba lutando contra o Dabura e os guerreiros Z TROCENTAS vezes. Fora que na história isso é explicado de forma MUITO IMBECIL, os adversários são "bonecos" e o "verdadeiro" Dabura estava em outro lugar.
O melhor seria, já que é um game portátil, de não ter um story mode e ir direto para lutas, poderia ser no estilo do Naruto Ultimate Ninja ou até só o Arcade Mode, fazendo os upgrades via XP points para aumentar de nível. Para um portátil estaria ótimo.
Para ser honesto o jogo tem coisas legais e consegue explorar legal as capacidades do PSP. Temos (apesar de simplificada) transformações durante a luta; chasing attacks, Special Moves e Ultimate Moves. Os movimentos são de fácil execução, o que é ideal para esse tipo de jogo (Jogo de luta vc tem que sair jogando, e não ficar decorando move lists enormes e complicados).
Vale dizer que o gameplay é ótimo, bem responsivo e o jogo roda suave... zero lag.
Resumo: É um título interessante para os fãs da série (como eu) mas não sei se vale a pena para o público em geral. Como diria o Chapolin Colorado: É um jogo "matsumoto".
Abraços
Marcadores:
another road,
budokai,
dragon ball,
dragonball,
game,
psp,
shin,
video,
z
terça-feira, 14 de julho de 2009
Prince of Persia - Ports para PSP
Bom, para resumir ambos são uma merda. Porque? São extremamente bugados. O Revelations até va lá... a versão para PS2 era bugada também. Mas o Rival Swords não tem desculpa. Você pode dizer "Ah, mas é um handheld, não tem como comparar com o poder de processamento de um console"; mas mesmo assim não é desculpa. Primeiro porque o PSP se mostrou capaz de jogos com gráficos complexos e música com jogos como Metal Gear Portable Ops e God of War - Chain of Olympus; segundo porque se o lance era ter um Prince para PSP, lança um novo ao invés de uma desculpa de port mal feita.
O pior é que não to falando de bug tipo lag; ou de renderização; ou qualquer coisa. É BUG mesmo! Tipo, no Revelations uma cut scene essencial, no final do jogo, não inicia; ou seja; vc fica travado e o jogo não avança. Outra, do mesmo no jogo, ocorre que muitas vezes vc "vira" o Shadow Wraith antes do que devia. Já do Rival Swords; o que vi até agora foi o jogo "pular" alguns puzzles. Joguei a versão para PS2, e alguns puzzles ele "pula" no meio (a porta abre sem você completar a tarefa, a Farah "atravessa" portas sem abrir; inimigos que deveriam atacá-lo não existem).
Claro que tudo isso é o mais grave, mas o jogo sofre de uma total falta de capricho. Entendo que por ser um port os graficos sofrem, mas nesse caso ta sloppy, ta realmente "nas coxa"; sabemos que o PSP tem mais poder de processamento.
Bom, em resumo:
Meu conselho é para ou jogarem as versões originais (ou no wii) ou nem joguem, pois esses ports são uma merda.
Abraços
quinta-feira, 25 de junho de 2009
PSP - Um console completo
Para quem está afim de comprar um console, mas está em dúvida, considere o PSP - Playstation Portátil.
Ok, já sei... eu sei que "ahh.. handheld, quero algo maior, p/ jogar na TV e tals". Mas, a nao ser que tenha cacife para comprar (e manter - comprar jogos) um PS3, e não seja ocasional gamer que ainda acha Wii Sports "de outro mundo", o PSP é uma boa escolha.
A qualidade dos gráficos é muito boa! Está muito próxima do PS2. Além disso, o PSP tem uma vasta biblioteca de jogos, e (unlike os da Nintendo) a maioria É legal (morte ao "Banana Blits").
O PSP também tem uma série de recursos interessantes como acesso à Internet (Wi-FI), Video player, Mp3 player, Image viewer e online multiplayer (depende do jogo). O modelo mais recente (PSP-3000) já permite conexão à PSN - Playstation Network. A Sony anunciou que logo trará as operações do Playstation para o Brasil, como produção dos consoles e a Playstation Network
Uma vantagem do PSP também é o enorme número de Homebrews (softwares criados por usuários). Existem desde visualizadores de pdf; temas novos até GPS e browsers. Roda uma série de emuladores também (SNES, Genesis, N64, GBA, etc...)
As únicas críticas que tenho é o tempo da bateria (no máx 5 horas de jogo - parece bastante, mas não é para hardcore gamers) e que o design não é anatômico (o analógico é de díficil movimentação)
AH!! compátivel com jogos de PSX (deve adquirir via PSN do PS3)
Em resumo, compensa. Você combina uma série de funções em só aparelho (menos celular, o que eu acho uam vantagem pois quem qr atender telefone enquanto joga?)
Assinar:
Postagens (Atom)