Moral: Se vc não tem nenhum CoD esse é título para comprar. Se vc já tem um, troque o seu por esse porque compensa!
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Crítica - Call of Duty - Black Ops (PS3)
Moral: Se vc não tem nenhum CoD esse é título para comprar. Se vc já tem um, troque o seu por esse porque compensa!
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
Crítica - Red Dead Redemption Undead Nightmare (DLC)
Quem gostou de GTA IV levanta a mão. Agora, de vocês quem gosta de Velho-Oeste? Agora de vocês quem curte zumbis? Bom, se você ainda está com a mão levantada vai achar o máximo o DLC (Downloadable Content) para o Red Dead Redemption - UNDEAD NIGHTMARE!!!! (não se preocupe... não precisa baixar.. da p/ comprar o jogo direto da loja.. já está a venda no Brasil).
A história se passa um pouco antes do final do jogo principal. Na pele de John Marston, uma bela noite o Uncle-Zumbi aparece e ataca sua familia. Você consegue matar o Zumbi-Uncle, mas não antes de ter sua esposa e filho infectados. Como solução você amarra os 2 e prende no quarto e ruma a Blackwater a fim de achar uma cura. Cavalgando pelo Velho-Oeste agora tomado pelos mortos-vivos você busca a cura da maldição, ajudando estranhos, salvando sobreviventes e resgatando cidades. Tudo no melhor clássico zumbi! Demais.
O story mode é bem mais curto que o original (se bem que, considerando que me custou 10 dólares não posso reclamar) mas é muito bem feito. Encontra-se todo o esperado de uma situação de apocalipse, gente louca alimentando entes queridos zumbi na esperança de ainda tê-los de volta, saques e caos generalizados.
Também reencontramos personagens do jogo principal em situações importantes, desde Seth (o maluco que roubava tumulos) até West Dickens (o médico charlatão). Como adições agora podemos domar os 4 (sim!!) cavalos (não cavaleiros...) do apocalipse, cada um com uma habilidade especial. Há também toda uma fauna nova mitológica como o Pé-Grande (Sasquatch), unicórnio e o Chupa-cabras (SIM!) não esquecendo também de que agora toda a fauna é zumbi.
Não há mais dinheiro. Digo, não lojas para comprar armas ou munição. Estas são ganhas ao salvar uma cidade ou um sobrevivente, de forma que o estímulo para estas ações é a recompensa fundamental.
Há mais de um tipo de zumbi, mas basicamente eles seguem a regra básica: Somente fogo ou Headshot para matar (destruir crânio na porrada também funciona). A única questão é que os zumbis, ao te verem, correm atrás de você (eu pessoalmente prefiro o clássico zumbi lerdo.. mas beleza).
Minha única crítica é que o jogo é meio... fácil demais. Terminei o story-mode e a única vez que morri foi quando acidentalmente cai no lago.
De qualquer forma é extremamente divertido e um excelente modo de aproveitar a temática zumbi (bem melhor que Prototype ou mesmo o Black Ops). Vale a pena mesmo!!!
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
Saiu trailer do game de BTTF - De Volta para o Futuro (Great Scott!)
Será que vale a pena quebrar o mandamento: Nunca comprar jogos de filme porque eles sao invariavelmenteuma merda (tirando Spiderman 2)?
This is heavy
YEEAAAHHHH!!!
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Crítica Kingdom Hearts Birth by Sleep (PSP)
Para quem não conhece, Kingdom Hearts é uma franquia da SquareEnix com a Disney. Um tipo de RPG de ação de ação no "estilo Zelda", mas com um peso maior no "RPG". No caso a franquia é muito popular no Japão, mas com um sucesso mais modesto no ocidente.
Isto é na verdade um grande "crossover" entre personagens Disney e da série Final Fantasy, usando como "ponte" os personagens próprios desta franquia.
A história trata basicamente do link entre mundos através do coração, e como estes se unem a fonte de todos os corações (Kingdom Hearts). É a jornada clássica do herói, com a Busca (no caso do Kingdom Hearts) contra as forças do mal.
Este é o 5 título da série e, apesar de portable, é o mais longo até o momento. Também é um prequel, se passando 4 anos antes do 1o jogo da série (para PS2). Vou então me fixar nele:
História: Vou repetir, É ENORME! logo no começo você pode escolher entre cada um dos 3 personagens diferentes (Ventus, Aqua ou Terra), sendo que cada um tem sua tragetória particular (que se interligam entre si para formar o panorama geral da históra). Para terminar o jogo vc deverá jogar todas as 3, mas a ordem pouco importa (segundo o criador, a melhor forma seria jogar 1o a do Terra, 2o a da Aqua e por último a do Ventus... eu comecei errado hahahah Ventus 1o.. ).
De qualquer forma cada uma delas parece ser bem grande (a do Ventus eu ainda não terminei... e to na primeira) mas até o momento não achei muito empolgantes não... pelo menos o Ventus é um babaca emo Justin Bieber que só chora e e fica querendo "fazer amigos". O ponto negativo mesmo é que somente quem jogou os anteriores vai entender o que está acontecendo mesmo, pois não há grandes explicações.
Gameplay: Nada de novo, igual aos demais e totalmente inspirado nos Zeldas em 3D. Somente para citar o sistema de Decks (como RPG card games, tipo Magic) que achei interessante. É possível customizar até 3 Decks com habilidades diferentes, trazendo um tanto de variedade para o gameplay. A interface é bem amigável, então mesmo os fãs que não curtem jogos tão parados vão se entreter pois ficar customizando cada deck não leva muito tempo.
Como ponto negativo achei ruim não ter uma barra de magia e sim que, para poder uma nova magia deve ser esperar o tempo para a habilidade "recarregar". Claro, isso te obriga a utilizar outras habilidades, evitando um vício e por consequencia "perda da novidade", mas eu achei ruim isso ser "obrigado". Ao meu ver faça cada habilidade ser interessante a ponto do jogador QUERER usar, e não obrigá-lo por meio de um artifício idiota.
Os controles sõa simples mas nada responsivos (o Ventus pelo menos é um lerdo) e os personagens pulam como se estivessem na Lua.
Gráfico: Muito bons!! Aliás, nível PS2! ficou excelente e muito bonito, tanto durante o jogo, quanto nas in-game scenes, e especialmente nas cutscenes que são lindas. Não vi nenhum problema de renderização, nenhum lag, mesmo com excessiva ação (explosões, múltiplos inimigos, magia).
Overall: Olha, sinceramente não é um ´título para toda família. Mas se você é um fã da série vale a pena conferir. É um jogo ENORME e portanto vai render muitas horas de jogo (considerando que vc seja fã o suficiente para se interessar pela história)
Abraços!!
terça-feira, 22 de junho de 2010
Crítica Metal Gear - Peace Walker (PSP)
Este é uma sequência ao título anterior - Metal Gear Portable Ops. A história segue da onde parou, ou seja, mostra Big Boss (ainda referido como Snake) como um free-lancer no período da guerra fria (no caso, após a crise dos mísseis em Cuba). Snake comanda a organização Militairs Sans Frontiérs (Militares Sem Fronteiras - nos moldes do Médicos Sem Fronteiras). O jogo mostra os prmórdios e a ascenção desta organização e formação de sua base - Outer Heaven.
História: É Metal Gear by Hideo Kojima. Auto-explicativo
Apresentação e Gameplay: Os gráficos e gameplay melhoraram bastante do Portable Ops. Agora para recrutar os soldados não é mais necessário levá-los até o caminhão, basta usar o Fulton System (é um sistema de extração via helicóptero, o mesmo que o Batman usa no filme TDK). É possível seguir o story mode online (dependendo da missão) o que torna o jogo extremamente inteligente. Há um sistema de frases-prontas para coordenar a investida e é possível para cada jogador desempenhar papéis diferentes.
Assignação de pessoal para os times (médico, refeitório, combate, espionagem) ficou mais simples. Com as assignações é possível desenvolver novas armas e item, manter a base, prevenir e curar soldados feridos e (o mais legal) enviar esquadrões para missões externas. Estas missões não são "jogáveis" e sim se desempenham como se num card game. Mesmo assim, é possível coletar items e recrutar soldados dependendo do desempenho.
É possível capturar também maquinário (tanques, helicópteros, etc...) do inimigo. Estes são mid-bosses, mas matando os soldados e o capitão vc ganha o maquinário e pode usá-lo nas missões externas. Uma das coisas que eu achei mais legal é que é possível desenvolver um Metal Gear seu, e usá-lo nas missões externas.
O jogo agora tem uma visão over-shoulder (como Resident Evil 5) que é legal. A parte ruim é que não é possível se arrastar, nem atirar deitado.
Conclusão: Esse título é muito bom! Um excelente follow-up do Portable Ops. Um jogo que mistura generos muito bem: Estratégia, Ação e RPG
Abraços
quarta-feira, 26 de maio de 2010
Heavy Rain (PS3) - Adventure? Filme Interativo?
O jogo é diferente de quase tudo que você ja viu: Claro, pega elementos de gêneros já conhecidos, mas o resultado é algo novo. E muito BOM!
O jogo é mistura elementos dos adventures point-and-click (a dinâmica me lembrou muito Black Dahlia e Day of the Tentacle - esse último pelos vários personagens) com Cutscenes com quick-time events tipo God of War. A novidade é que errar algum desses quick-time events não faz você perder, a história apenas muda de rumo. Aliás, é impossível ter GAME OVER nesse jogo.
Então, onde está o desafio?
O jogo na verdade se baseia em uma história intrincada, inteligente e empolgante. Não me lembro aliás de um game que me envolvi tanto com a história, nem um filme mesmo!
Basicamente você acompanha a história simultânea de 4 personagens na investigação de um Serial Killer, o Assassino do Origami. O legal é que a trama é muito bem amarrada (salvo algumas sessões meio inúteis) e os personagens são muito bem desenvolvidos. A dublagem não é lá essas coisas, mas você realmente se interessa por cada um deles e quer ver o que vai acontecer em seguida.
Com isso, mesmo não correndo o risco de um GAME OVER, você se pega envolvido com a história e se preocupando em tomar a melhor decisão para o personagem.
Claro, há alguns problemas: Como uma forma de "imersão" na história, o quick-time event, quando o personagem está um uma situação tensa, aparece tremido. Com isso ocorre de vc errar alguns eventos. Apesar de essa ser a intenção dos criadores (em situações de pressão é mais fácil tomar decisões erradas) isso irrita um pouco.
De qualquer forma, é um título bem legal! Os caras provaram que dá p/ fazer um jogo que basicamente se suporta na história. Um must-have
Abraços
quinta-feira, 20 de maio de 2010
MELHOR GAME JA FEITO
ESTE É O MELHOR GAME JÁ FEITO!! Deem uma olhada no vídeo abaixo
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Crítica - Dungeon Siege: Throne of Agony - PSP
Oi pessoal! Desculpa a demora na atualização... O trampo tá um inferno e literalmente não tive tempo para postar nada aqui! Vou tentar manter um post por semana! Bom, enfim...
Essa semana estou jogando Dungeon Siege: Throne of Agony no PSP. Olha, é um título beem interessante. Basicamente é um rip-off total de Diablo, mas como não temos esta obra-prima (sim, eu curto Diablo) então fica como um stand-in.
Apresentação:
Os gráficos são basicamente os mesmos de Diablo 2, não tem muito o que falar. Joga-se em 3a pessoa com aquela vista Overview de cima, que emula os títulos clássicos e de handheld do Zelda. Som é medíocre, não tem nada que se sobressaia ou atrapalhe. Detalhe que algumas falas dos NPCs são sonorizadas, mas apenas um pouco.
História:
Infelizmente ainda to jogando então não posso avaliar toda a trama. Mas pelo que pude ver também não desvia do consagrado. Personagem começa no básico, com uma quest final definida e ao se envolver com os demais NPCs se envolve mais na trama que se expande. Bom, quem jogou warcraft, Diablo, etc... sabe do que estou falando. Es lo mismo.
Gameplay:
Apesar de ser igual Diablo, eu achei inteligente a forma como reproduziram no PSP. Os criadores conseguiram fazer gameplay legal para esse estilo de jogo (apesar das limitações de botões). O analógico movimento o personagem, X ataca e O, Triangulo, quadrado e combinações com R são customizáveis para habilidades. Os direcionais são usados para acessar menu de poções, mini-map e troca rápide de armas (pode-se manter equipados uma melee weapon e uma range weapon ao mesmo tempo)
Prós:
Divertido, direto (as quests não embaçam p/ começar e avançar, o que é ideal em um portátil)
Diferentes tipos de class advancement
Curva de aprendizado ZERO
Tem suporte online (fundamental para esse tipo de jogo)
Contras:
Poucas escolhas de classe (só 3)
Magias meio clichês
Quests um tanto repetitivas.
Overall: Olha, vale a pena! é um jogo divertido que tem um valor de replay alto. Mas se tiver guardando p/ o Kingdom Hearts, então continua guardando hehehe
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Comparação Dragonball Raging Blast PS3 Vs. Dragonball Burst Limit PS3
Basicamente são ambas iguais, passando principalmente pela fase Z. Desde a Saga Saiya-jin passando pela Freeza, Cell e Majin Buu. Não muito o que dizer, é igual ao anime.
2o - Gameplay
Enquanto o Burst Limit emula um um jogo de luta 2D (mais ou menos) o Raging Blast é realmente 3D (360° mesmo). O gameplay do Raging Blast é um claro retorno ao estilo da série Tenkaichi e Budokai do PS2, o que realmente é melhor e funciona bem.
3o - Apresentação
Ambos trabalham com cell shading, mas o Burst Limit dá um toque de renderização melhor. Claro, os gráficos no Burst Limit são mais trabalhados, mas não são melhores. Digo isso porque cell shading funciona melhor para a franquia. Sendo baseado num animê/mangá, cell shading dá mais um feel de assistir o animê. Aliás, nisso o Raging Blast é perfeito.
4o - Overall
No Overall, Raging Blast dá um pau. O jogo é mais bonito, mais fluido, o gameplay é extremamente simples (jogo de luta tem q ser pegar e jogar) mas apresenta um desafio (nos modos normal e hard, o easy é bico). Raging blast reproduz as cenas mais marcantes do anime com perfeição, o que é um bônus. Ah! ambos tem, mas é digno de nota: É possível selecionar o áudio em japonês (com as vozes originais), o que é sensacional.
Resumindo: Fiquem com o Raging Blast, mas mesmo assim só se vc for fã de Dragonball radical
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Crônica - Odisséia da Tela Vermelha (RSOD) no PS3
- Não há uma causa clara para o defeito: Alguns notaram que o defeito ocorre ao alterar as configurações de som. No meu caso, eu simplesmente liguei o PS3 e me deparei com o defeito.
- Não há conserto: Tentei reparar o sistema via Restore Mode (para entrar: com o PS3 em stand-by, aperte e segure o botão de ligar até ouvir o segundo "bip"; aperte novamente o botão até ouvir um bipe duplo; solte o botão). Nenhuma das opções resolveu o problema.
- Única solução possível: Mande para Sony ou reze para ter garantia.
Ainda mais considerando que a Sony Brasil NÃO dá suporte para PS3 então basicamente se ocorrer com você, após a garantia, vc se fudeu (sorry, mas é fato).
A boa notícia é que o defeito é bem mais raro que as luzes vermelhas do XBOX. No entanto, não pude isolar algum modelo específico que tenha apresentado o problema (vi apenas que nos modelos SLIM não tem ocorrido).
Só posso dizer que estou extremamente aliviado de ter resolvido o problema sem ter que gastar nenhum dinheiro. No caso, a loja que me deu a garantia (e cumpriu da melhor forma possível) foi a Extreme Games (Av. Paulista, 392 - Loja 44/45 Tel: 11-3251-1453 - Thiago / Rafael). A atenção foi tanta que a loja, mesmo sem ter o console no estoque, comprou um PS3 novo de outra loja para cumprir o prazo prometido.
Enfim, se alguém tem alguma outra informação, ou quiser aproveitar a "terapia de grupo" deixa um comment ae!
Abçs,
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Critica - Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising PSP
Joguei para Wii - Naruto Clash of Ninjas Revolutions 2 e 3 (esse é do Shipuuden) e para dier a verdade achei extremamente chatos. Basicamente são o MESMO jogo, com um gameplay simplista e chato, gráficos grosseiros (Os da séries Tenkaichi são beemm melhores).
Para um jogo nesse estilo não precisa de muita história, só um gameplay fluido, trilha sonora boa e gráficos minimamente caprichados (um cell-shading bem feitinho já bastaria). Mas no tá um trabalho feito nas coxas.
Depois tentei Naruto Ultimate Ninja Heroes - PSP. Achei bem divertoso! É um joguinho de luta 2D no estilo SuperSmash Bros. Gráficos em cell-shading; Power-ups; musicas legais; cenário com 2 planos.. enfim, legal! O saco é que demora muito para destravar personagens, não tem muitas opções, e também não tem um sistema de XP para aumentar de Level. Ah! pode-se escolher as vozes no original japonês (legendas em inglês), o que é legal
Eis que me deparei com Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising para o PSP. O jogo muda um pouco o foco da luta, pode ser mais classificado como um híbrido de RPG Ação/Plataforma com elementos de luta. É bem intuitivo, gameplay responsivo e missões até que com uma certa variabilidade. Tem um sistema de XP para dar Level- up beeemm legal, o que te motiva a cumprir as missões. O Story mode segue o arco do Shipuuden de resgatar o Gaara, mas é bem chatinho, muito texto e pouco jogo. Os gráficos não são os melhores, mas funcionam. É mais fácil destravar os personagens, mas ainda não sei quantos tem (ainda não destravei todos).
É possível customizar praticamente tudo, escolhendo desde habilidades até Power ups (Kunais, Shurikens) que são muito variáveis. O sistema de customização de habilidades é bem similar ao da série Tenkaichi; você usa scrolls de acordo com o número de slots disponível e Level do personagem. Um plus, também é possível escolher as vozes no original japonês (legendas em inglês)
Resumo da ópera: Naruto Shipuuden Legends - Akatsuki Rising para o PSP é um joguinho divertido, bom para passar o tempo. Pode não ser o melhor dos títulos, mas dá de 10 a zero na série Clash of Ninjas Revolution. Enfim, esse jogo é como fazer cruzadinhas: Mata o tempo, é simples e divertido. Para mim basta
Deem uma olhada no gameplay
ABçs
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Contagem regressiva God Of War III - PS3
OOAAAARRRRGHHHHHH!!!!
Março 2010!!!
Abraços
Prototype Vs. inFamous (PS3)
Comecemos:
1o - História:
A história de ambos é interessante, mas no caso eu prefiri a do Prototype. A conspiração militar tem mais foco e o recurso do Web Of Intrigues é mais interessante que as Dead Drops; além da Web ser mais extensa, tem filminho, a Dead Drop é só o som. As reviravoltas são mais legais no Prototype e tem um gancho legal para o 2 (o que acontece com o Pariah). No InFamous é bem óbvio o que vai acontecer então não tem tanta graça, mesmo com as diferenças de história entre o Good Karma e Bad Karma.
2o - Gameplay:
São muito parecidos. Mas a vantagem ainda é do Prototype. Pelo simples fato de você conseguir dar Lock nos inimigos. Algo que senti falta no InFamous foi uma função de Lock on. Claro que isso talvez tirasse um pouco do desafio, mas seria legal poder dar Lock e usar Parkour para desviar de algum ataque. A vantagem é do Prototype, mas por pouco. Os poderes de Cole são mais interessantes que o do Alex Mercer, fora que a possibilidade de escolher o estilo de poderes vai Good Karma e Bad Karma é bem legal.
3o - Apresentação:
O InFamous é superior. Cada saliencia de cada prédio é explorada. Para aproveitar ao máximo o Parkour, tudo no jogo pode ser escalado. As cutscenes, apesar de no estilo de Animated comic, funcionam muito bem e nesse caso digo até que ficaram melhores que movies tradicionais. A medida que o jogo avança, a eletricidade é religada e os territórios tomados, fica notável como a cidade se transforma. O mais legal no InFamous é a possibilidade de realmente limpar a cidade. No Prototype é impossível limpar uma área permanentemente da infecção, mesmo depois de destruir a fonte (Elizabeth Greene). No InFamous você toma o território e praticamente acaba com as gangues (salvo algumas raras aparições).
4o - Diversão:
Bom, o estilo dos jogos são muito iguais, além de que "diversão" é um critério subjetivo, mas para dar a minha opinião: Achei mais divertido o InFamous. As side quests servem para algum propósito direto (seja tomar território somente ou ganhar algum upgrade). As do Prototype são apenas para ganhar XP points. Fora que as side missions do InFamous tem uma histórinha, as do Prototype é ou uma corrida, ou mate todos ou seila, sem apresentação nenhuma.
Geral: No final das contas, acabei gostando mais do InFamous.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
Crítica de Dragon Ball Z - Shin Budokai 2 - Another Road
segunda-feira, 14 de setembro de 2009
Leque maior: Reviews de PS3! Hoje: Prototype
Você assume a identidade de Alex Mercer, você descobre que tem superpoderes e está com amnésia. Precisa recuperar a memória ao mesmo tempo que luta contra o exército e contra um infecção que ameaça Manhattan, no caminho revelando uma conspiração.
Este jogo não é nada original. No entanto a grande vitória da Radical Entertainment foi pegar as melhores partes de cada título e incluir no título (inclusive o "visu" do protagonista, é um cover claro do Assassin's Creed). O jogo é sand-box free roam (tipo GTA). Você tem uma gama de superpoderes que tornam andar por Manhattan sensacional tipo:
- Supervelocidade
- Superforça
- Agilidade (no melhor estilo parkour)
- Habilidade de planar
- Transformar em outras pessoas
- Produzir escudo/"armadura"
- Visão térmica
- Escalar paredes (estilo Homem-Aranha)
- Transformar braços em: Garras, pedra, Chicote, Espada
Além disso, você tem o poder de absorver outros para não só ganhar vida e habilidades, mas também memórias. Isto leva a uma parte interessante do jogo (Web of Intrigues) na qual você descobre e revelas os motivos por trás da história.
O gameplay é padrão, mas muito caprichado. Bem responsivo e suave. Gráficos são muito bonn, sem falha de renderização (apesar de algumas vezes vc "atravessar" objetos). O tamanho e detalhamento do mapa é animal. O jogo rola suave sem Lag (o que é de se esperar de um título de PS3).
Tem um replay-value alto, com uma série de side-quests e upgrades.
Resumo: Pode não ser o título mais criativo do ano, mas é uma excelente escolha para começar. Com certeza é um título que vc vai aproveitar e se divertir muito
abraços!
domingo, 26 de julho de 2009
Review de Spider-Man - Web of Shadows para Wii
Bom, este é mais jogo do Aranha nos moldes do Spiderman 2 para PS2. Este também é da Activision e Treyarch. No caso, como ficaram sem filmes para soltar outro jogo e precisavam limpar a merda que foi Spiderman 3, lançaram o Web of Shadows. Diferente dos antecessores (Spiderman 2 e 3) a história deste se passa no universo dos Quadrinhos. É uma história exclusiva do jogo, que rouba elementos do Planeta dos Simbiontes e Invasão dos Simbiontes.
Pontos fortes:
1 - Gameplay interessante. Eles conseguiram com apenas 1 botão de ataque possibilitar combos interessantes. O sistema de luta está mais "Aranha" do que nunca. Lutas no ar, nas paredes, muita teia, acrobacias.
2 - O sentido de aranha finalmente está sendo utilizado nos jogos. Não apenas você recebe um aviso antes de algum ataque, mas pressente algum evento e pode localizar inimigos pelo mapa com extrema facilidade.
3 - EXP points. Boa variedade de atributos para evoluir de acordo com o estilo de cada jogador
4 - Possibilidade de trocar entre simbionte e uniforme tradicional. Com isso, não só suas habilidades mudam, mas também isto passa a ser parte importante da trama.
Pontos fracos:
1- Gráficos. Poderiam ser melhores, e poderiam também melhorar a física do jogo. Talvez se fosse em cell-shading seria melhor... ainda mais levando em conta que o jogo se passa no universo dos quadrinhos.
2 -Vozes. Simplesmente o trabalho de "atuação" é uma merda. Não só as cut-scenes são ruims, mas as vozes de todos os personagens está MUITO ruim, principalmente a do Aranha (a mais irritante possível). Para o Aranha e Wolverine eles podiam ter usado o mesmo kara que dublou para o Marvel.vs Capcom. Para os demais seila, mas se eles nãofalassem tão forçado teria ficado bem melhor.
3 - Repetitivo. As side-missions do jogo são MUITO repetitivas. Depois de um tempo enche o saco, somente fãs do Aranha vão ter mais paciência (eu sou um exemplo).
No entando estas falhas não chegam a atrapalhar muito o jogo. Ainda é possível extrair boa dose de diversão, mesmo este jogo não primando pela originalidade.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
X-Men Origins - Wolverine para Wii
terça-feira, 14 de julho de 2009
Prince of Persia - Ports para PSP
terça-feira, 7 de julho de 2009
Rock Band e Guitar Hero, musica na nova geração
Para a molecadinha dos anos 90, a adolescência deles teve o que? Bandas Emo, as quais o que tem de "melhor" seria Simple Plan (BLEARRRRRGHH) e na pior das hipóteses """"""""bandas""""""""" como Jonas Bosters ou qq idiotice que a Disney empurra ouvido abaixo.
No entanto, com estes jogos a molecadinha é apresentada à rock/punk de verdade (The Who, Ramones, Led, AC/DC, etc...) cedo e com isso evita-se a propagação de absurdos como Nx Zero ser considerado punk ou pior, Jonas Brothers ser considerado banda.
Estes games acabam sendo uma excelente forma de captação de novos fãs, e isso funciona como combustível para manter a banda ativa, produzindo material novo, o que sempre é benéfico.
Além disso, como o gameplay emula uma banda, acaba estimulando a molecada a aprender a tocar e a formar uma banda de verdade, com o plus de ter com "influências" o excelente setlist dos jogos, aumentando a chances de uma nova banda (desta vez BOA) estourar.
Claro que sempre terá espaço para os Nx Zeros e Jonas Brothers da vida, afinal sempre tem uma menininha de 12 anos que nunca ouviu rock. Mas com certeza é um grande alívio saber que a probabilidade de ouvir "Banda de rock" e "Jonas Brothers" na mesma frase diminuiu.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Top 10 Most Bad-Ass Characters in Videogame
