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quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Crítica - God of War - Ghost of Sparta (PSP)

Sim!! Com exclusividade (não... mas com certeza bem antes do que eu esperava) consegui por as mãos no último God of War!!! E aqui vai minha opinião!

 
É engraçado: o gameplay mega-manjado-quase-clichê (tudo bem que aqui é a fonte) de câmera-fixa, quick-time button events e mistura de puzzles com smashing-button action funciona MUITO BEM no God of War! Mais uma vez o título não traz nada inovador do ponto de vista de gameplay, mas sim mais uma bem-vinda história e experiencia épica cinematográfica. Não sei exatamente dizer porque na franquia God of War isso funciona e em todas as outras soa como uma cópia barata (bom, taí a resposta... a questão é auto-explicativa). O importante é que o Santa Monica Studios se superou neste título.

 
Ao contrário do que ocorreu (um pouco) com seu antecessor (do PSP, o Chain of Olympus), Ghost of Sparta em NADA deve aos anteriores do PS2 (e até, guardadas as devidas proporções, PS3).
Este game traz todas as melhorias de gameplay de todos os títulos (troca de armas, balançar, movimentos); uma história grande (bem maior que o anterior); belas cut-scenes (nível PS2) e momentos cinematográficos dignos dos títulos anteriores.

 
A trama deste jogo se passa entre GOW e GOW II, detalhando a ascenção de Kratos como Deus da Guerra e jogando um pouco mais de luz em seu passado. Aqui conhecemos a mãe de Kratos, e (como parte central da trama) o destino de seu irmão Deimos. Também temos uma "explicação" de alguns eventos da mitologia grega. Não vou entrar em detalhes para não estragar a surpresa, mas idéia da trama segue o padrão já conhecido dos demais títulos.

 
Realmente ficou claro a franquia amadureceu ao invés de envelhecer. Os criadores sabem o que funciona e o que não funciona e como dosar os recursos. Para citar alguns:
  • Armas diferentes: Neste podemos usar o escudo e lança do exército Espartano (quem não sabe vá ver 300)
  • Quick-time events com o "aviso do botão" na lateral: Assim é possível aproveitar as finaçizações cinematográficas sem aparecer "quadrado" no meio da tela.
  • Coleta de "items de upgrade" para serem usados em um futuro new game; 

 
De resto, se vc já jogou algum God of War, já sabe o que espera!

 
Em resumo, recomendo muito esse título, é um must-have para PSP. Principalmente porque nem parece um título para portátil

 
Veja o gameplay:

 

segunda-feira, 22 de março de 2010

Crítica - God of War III


A essa altura do campeonato, se você é um fã da série já deve ter visto todos os trailers, clips video previews e vídeos reviews que existem sobre o God of War III, mas de qualquer forma vou tentar listar o que achei do jogo sem repetir o que já foi exaustivamente dito.

Apresentação - DEMAIS! Realmente demais. É um dos jogos mais bonitos que eu já vi. Extremamente detalhado, sem lag NENHUM! o que é surpreendente contando com o que o ocorre on-screen simultaneamente. Minha única crítica é com a dublagem. Não que tenha piorado, mas como os diálogos são maiores neste jogo os problemas ficam mais evidentes. Para combinar com o visual e trilha sonora, seria legal se os personagens soassem mais "épicos", com vozes mais poderosas. Isso ficou mais evidente na Pandora, Hélios e Hermes. A dublagem do Kratos e Atena  está legal!
O gore no jogo tá 1000%! Sangue e tripas p/ todos lado. Principalmente no quicktime kill do Centauro, no qual os intestinos dele ficam no chão (F#$5 YEah!). Um detalhe é que, após uma morte bem sangrenta, o corpo do Kratos fica coberto de sangue por alguns instantes, contribuindo para o realismo do jogo.

Gameplay - Não tem muito o que dizer. Não mudou, somente melhorou. O gameplay é o mesmo, mas está melhorado. Algumas adições como poder trocar de armas durante um combo deixaram o combate mais fluido. Além disso, o com o AI melhorado e com o aumento de inimigos on-screen (50 por vez ao invés dos 15 anteriores) agora o famoso combo "quadrado, quadrado, triângulo" não é mais a solução para tudo. Evasão e counter são bem mais utilizados em combate. O único problema é que, tirando o Cestus, as outras armas são versões da Blade of Exile. Eu senti falta de uma variedade maior, como no God of War II (Hammer, Spear of Destiny, Blade of Olympus jogável). A Blade of Olympus agora faz parte do Rage of Sparta mode (substituto do Rage of the Gods, Rage of Titans).

História - É boa, como sempre recheada de mitologia, mas não está a par como resto do jogo. Diferente dos demais títulos, a história dessa vez não é tão direta, com algumas sub-plots espalhadas. Com isso o que deveria ser o epílogo da saga acaba não amarrando todas as pontas. A história algumas vezes fica confusa, em que alguns personagens ficam sem função, para citar alguns: A consorte de Poseidon; Hera; Afrodite (FUNÇÃO NA HISTÓRIA! A parte da Afrodite é uma das mais legais do jogo).

Para dizer a verdade, minha única crítica é que o jogo é um pouco curto. Basicamente em 14h-15h dá para terminar. Claro que tem um fator replay para upar todas as armas, completar os challenges etc... Mas eu gostaria que tivesse um pouco mais de história, que amarrasse um pouco mais das pontas.

Resumo:
De qualquer forma é um dos melhores jogos de ação de todos os tempos, vale MUITO a pena comprar, principalmente se você gostou dos 2 primeiros. Com certeza é um must-have para quem tem PS3

Abs!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Trailer King of Fighters - Filme (WTF???

Meu, sinceramente... WTF?? Será que Holywood não aprendeu porra nenhuma com Street Fighter The Movie ou Mortal Kombat (todos)??? A lição é:
NÃO SE FAZ FILME DE JOGO DE LUTA! Pelo seguintes motivos:

  1. Não tem história;
  2. O legal é JOGAR! Ninguém gosta de ficar assistindo Street Fighter, quer é jogar.
Dá para se ter uma mínima idéia de quanto o filme do King of Fighters vai ser ruim só pelo trailer (abaixo). Supostamente o trailer deve ser composto das melhores partes do filme, arranjadas de forma a incitar a curiosidade do espectador. Só me deu vontade de vomitar. Só tem merda! Um monte de cenas clichês de luta, com narração stock, música chupada do Dark Knight. Isso tá mais para desfile Cosplay no Anime friends.

E a premissa do filme? Que lixo... 
No jogo a história (també conhecida como "desculpa para os personagens se esmurrarem") é que o Rugal Bernstein é um traficante de armas que hospeda um torneio para atrair lutadores, matar os caras e transformar eles em estátuas para sua coleção; o que já é idiota, mas para os padrões da época funcionava, ainda mais considerando que é para um JOGO.

No filme, os lutadores chosen ones ou qualquer besteira vão para uma dimensão alternativa e..... ah, chega. Dimensão alternativa? Ah.. muita cretinisse... Ta mais para um refugo de Mortal Kombat. Esse vai concorrer sério com o Pluto Nash de maior fracasso de Hollywood.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Contagem regressiva God Of War III - PS3

Uhu!! Contagem regressiva para o jogo mais macho do ano!
OOAAAARRRRGHHHHHH!!!!




Março 2010!!!

Abraços