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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Crítica - Walking Dead (Série)

Durante anos o gênero Zumbi de filmes povoa o abrangente cenário "Terror" do cinema. Com o clássico "Night of the Living Dead" do mestre George Romero (instalando as bases do que é o Zumbi),  e mesmo passando por algumas adaptações e modernizações o Zumbi continua sendo um dos mais importantes e icônicos "Monstros do Cinema". Agora podemos dizer que invadiram a TV também.

A série Walking Dead (exibida no Brasil pela FOX, 3as feiras), baseada na HQ de mesmo nome, traz de volta o Zumbi às raízes. Lentos (um pouco mais ágeis que nos originais de Romero, mas sem a correria dos mais atuais), burros e incansáveis. Aqui somente destruindo o cérebro garante-se a vitória (há uma cena inclusive na qual a cabeça decepada de um zumbi continua a gemer). Aqui a origem (apesar de ainda misteriosa) não é sobrenatura, não são os mortos se levantando do cemitério e sim uma doença, uma condição.

Os efeitos, a filmagem e principalemente a maquiagem estão sensacionais! os zumbis estão demais, convincentes! Não é Thriller, é o apocalipse zumbi batendo a sua porta. O melhor de tudo mesmo é a abordagem. A verdade sobre o gênero zumbi é que não é um terror clássico, não se trata do monstro, mas dos sobreviventes, e das relações e reações entre eles. E é aqui que a série mostra que sabe do assunto. Os zumbis são, literalmente, figurantes, são o cenário extremo no qual os personagens estão inseridos; e nesse cenário as maluquices que todos temos se chocam mostrando o quão selvagens ou nobres podemos ser.

E a receita tem de tudo: desde conflito racial até triângulo amoroso entre amigo-esposa-marido. É muito interessante ver também como que hipoteticamente seria viver em um mundo dominado por zumbis: Como lutar, com que se preparar, o que levar. Tudo isto parece ter sido pensado e pesquisado na "melhor" literatura (o divertidíssimo The Zombie Survival Guide)

Minha dica é: Assista!! Vale a pena!! Para os "temerosos", não tem sustos (pelo menos não vi nenhum nos 5 1os capítulos) - a maioria das aparições são bem "sinalizadas" e durante o dia

Então, prepare sua mochila com os essenciais, carregue o rifle e afie o machete!

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

The Expendables - Crítica

Antes de começar, caso você tenha nascido depois da década de 80 provavelmente não vai pegar tudo deste texto.
Não vou colocar spoiler alert nesse review porque, francamente, você realmente acha que vai ter algum twist no roteiro do Stallone, nesse gênero??
Bom, quem é da década de 80 e passou algumas férias vendo Sessão da Tarde, Tela Quente ou Supercine deve lembrar de filmes como Commando, Braddock, Duro de Matar, Máquina Mortifera (1, 2, 3 - o 4 ainda não tinha sido feito) e qualquer um do Charles Bronson. Se vcs lembrarem bem existem basicamente 4 temas:
  • Lutar contra o narcotráfico
  • Derrubar algum ditador
  • Resgatar a mocinha (varia desde namorada, irmã até filha)
  • Derrotar o vilão que é um cara de terno
Esse filme é um mix, tem TODOS os temas acima condensado num só!! O time de action heroes vai até uma ilha-nação dominada por um general-ditador que está no poder devido ao narcotráfico, mas que na verdade é um pau mandado de um ex-agente da CIA (o vilão de terno) que no meio do filme obriga o general a sequestrar a própria filha!! E como se não bastasse ainda tem uma side-story da namorada do Statham (a parte do "salvar a namorada").
Fora que juntam um dream-team de action heroes! Francamente, só faltou para completar o album o Van Damme (vai! o kara fez O Grande Dragão Branco e Soldado Universal!! Fora que o Dolph "Drago" Lundgren ta lá). Sabe aquelas discussões "quem ganha num briga Fulano ou Beltrano"? Então... pode riscar da lista Drago Vs. Jet Li

Bom, mas e dae? esse filme é basicamente a antítese, o outro lado da moeda de Inception. The Expendables visa provar que dá para fazer um filme divertido de forma despretenciosa (e bota despretenciosa)! O filme é uma sucessão de clichês de ação nostágicos, e é exatamente isso que faz ficar tão divertido. O filme te lembra de uma época mais simples do cinema, quando perseguição de carros, explosões e caras durões eram o máx do Herói. Sem dramas, sem dúvidas, sem passado atormentado, só balas! FUCK YEAH!!

Resumo: Da mesma forma como a alta expectativa atrapalhou Inception, a baixa vai ajudar The Expendables. Lembre-se, esqueça as leis da física e do mundo real! Estamos na Stalloneland aqui. Dá um desconto e releva o "roteiro" que garanto que vc vai se divertir!

Abaixo tem um pequeno vislumbre do que vc vai ver no filme (garanto que não tem spoilers)
PS: Pq tdo capanga é ruim de mira?

quinta-feira, 13 de maio de 2010

The Office - SÉRIE ANIMAL!

Tá, não é nenhum lançamento, The Office (versão americana) já está em sua 5a (ou 6a seila) temporada.
Mas para ser bem honesto comecei a assistir só agora. Comprei 2 temporadas (a 3a e a 4a).

Meu, que DEMAIS! muito engraçado! Todo elenco é excelente e as situações apesar de exageradas são possíveis. Qualquer um que trabalha em escritório vai se identificar com certeza... Aliás, isso me propôs uma teoria (não comprovada):

"Quem não curte The Office gosta muito do seu trabalho"

Não sei se é verdade, mas no pequeno universo amostral que eu vi parace ter alguma relação...
E vc? o que acha? Deixe sua opinião!

Grande abraço

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Opinião - The Wolfman (2010)

Antes de mais nada, The Wolfman foi um sopro de ar fresco. Foi muito legal, nostálgico até, ver o tema tratado na sua forma clássica, ou seja, transformações somente na lua cheia; sem vampiros; com camisa; balas de prata e principalmente perda do controle durante a transformação (pelo menos mais ou menos). Legal tratar a coisa toda como maldição e principalmente por NÃO ter todo mundo que aparece em cena virando Lobisomen, afinal é algo bem RARO de acontecer.

O último filme DECENTE de Lobisomen foi "Um Lobisomen Americano em Londres" de 1981

Para quem não sabe sobre The Wolfman,

O visual ambientado na Era Vitoriana é bem legal pois evoca um clima de misticismo maior (principalmente quando entram os ciganos).

O visual do monstro também ficou ótimo. Mantiveram o clássico do original, usando CGI só para a movimentação, mesmo assim nas sombras. Pessoalmente achei demais que o monstro variava entre caminhas nas duas pernas e correr em nas quatro patas.

Um resuminho da história: Lawrence Talbot (Benicio del Toro), volta de Londres a sua cidade natal, à casa de seu pai Sir John Talbot (Anthony Hopkins) devido ao desaparecimento do seu irmão. Ao longo da história ele sobrevive ao ataque de uma criatura e contraí a maldição da Besta, e por aí vai (mais que isso pode ter spoilers).

Bom, a grande pérola do filme está na dinâmica entre Benício del Toro e Anthony Hopkins, a relação de pai e filho estabelecida por eles é extremamente honesta, e o talento dos dois adiciona uma série de camadas emocionais que contribuí para atmosfera de mistério. Pena que o roteiro impoe um desfecho clichê

Na verdade, o grande problema do filme é que, como é uma refilmagem (com algumas modificações no roteiro) do clássico de 1941 (com o eterno Lon Chaney Jr.) não choca mais e o roteiro abusa demais do clichê do susto, ou seja, para chocar e manter a atmosfera de terror, de 10 em 10 minutos aparece do nada um Lobisomen berrando em close na tela.

O roteiro peca pelos manjado clima "Bela e a Fera" pelo antagonista cético

Claro que, esquecendo isso o filme é bem legal! Prefiro 1000x o Benicio Del Toro na era vitoriana que o SharkBoy sem camisa.

Abraços!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Trailer King of Fighters - Filme (WTF???

Meu, sinceramente... WTF?? Será que Holywood não aprendeu porra nenhuma com Street Fighter The Movie ou Mortal Kombat (todos)??? A lição é:
NÃO SE FAZ FILME DE JOGO DE LUTA! Pelo seguintes motivos:

  1. Não tem história;
  2. O legal é JOGAR! Ninguém gosta de ficar assistindo Street Fighter, quer é jogar.
Dá para se ter uma mínima idéia de quanto o filme do King of Fighters vai ser ruim só pelo trailer (abaixo). Supostamente o trailer deve ser composto das melhores partes do filme, arranjadas de forma a incitar a curiosidade do espectador. Só me deu vontade de vomitar. Só tem merda! Um monte de cenas clichês de luta, com narração stock, música chupada do Dark Knight. Isso tá mais para desfile Cosplay no Anime friends.

E a premissa do filme? Que lixo... 
No jogo a história (també conhecida como "desculpa para os personagens se esmurrarem") é que o Rugal Bernstein é um traficante de armas que hospeda um torneio para atrair lutadores, matar os caras e transformar eles em estátuas para sua coleção; o que já é idiota, mas para os padrões da época funcionava, ainda mais considerando que é para um JOGO.

No filme, os lutadores chosen ones ou qualquer besteira vão para uma dimensão alternativa e..... ah, chega. Dimensão alternativa? Ah.. muita cretinisse... Ta mais para um refugo de Mortal Kombat. Esse vai concorrer sério com o Pluto Nash de maior fracasso de Hollywood.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Opinião Metal Gear Solid 4 - Guns of the Patriots PS3 -História


Então, acabei de terminar Metal Gear Solid 4 - Guns of the Patriots para PS3. A idéia de desse post é apenas dar a minha opinião sobre a história do jogo, por 2 motivos:
  1. Metal Gear é praticamente um filme interativo ao invés de um jogo comum
  2. Ta muito tarde para fazer um review do jogo
Bom, acompanho a história do Metal Gear desde a época do MSX, mas na verdade os prés-requisitos para entender o Metal Gear Solid 4 é ter jogado o 1 (PSX) o 2 e o 3 (PS2). Frizo, pré-requisito mesmo! Caso não tenha jogado os anteriores você não vai entender porra nenhuma do que está acontecendo.

E o que achei? Sinceramente, achei médio. Achei algumas partes um pouco forçadas, achei outras muito melodramáticas e um pouco de clichê (principalmente do meio para o fim). No entanto achei interessante o cenário que o Hideo Kojima propõe, o conceito da War Economy. Achei bem atual, detalhado e didático. É legal ver que o 4 é literalmente um fechamento da série: Ele une os temas dos jogos anteriores - Genética (Metal Gear Solid 1); Informação (Metal Gear Solid 2) e Ambiente/Época (Metal Gear Solid 3) e mistura de uma forma bem harmônica.

Alias, a idéia de fechamento é bem forte. Todas as pontas soltas são amarradas, todas os motivos revelados. Não nenhum gancho final (ou seja, não tem aquela conversinha supresa depois dos créditos). Assiim, duvido muito o que teremos uma sequencia com Solid Snake (o que eu acho uma merda nesse ponto).

Enfim, achei a história boa mas não é ótima (a do Metal Gear Solid 3 dá de 10 a 0). Admito que tinha altas expectativas e por isso talvez tenha me decepcionado um pouco. De qualquer forma é um título bem legal e vale a pena "assistir".

Abraços

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Michael Jackson e Videogames

Como já rodou o mundo todo, o controverso "Rei do Pop", 50 anos, faleceu ontem por devido a uma parada cardíaca.
Com o ocorrido, muitos meios comunicação referem a carreira do cantor, citando grandes sucessos como "Thriller", "Billie Jean", "Beat", "Smooth Criminal" entre outros.

Mantendo o tema do blog, coloco esse post rápido sobre 2 curiosidades da carreira de Michael Jackson:
  1. Além dos hits já citados, Michael Jackson foi responsável pela trilha sonora do Sonic, The Hedgehog 3 - Sege Genesis (Mega Drive no Brasil). Este um dos melhores da série e propagandeado com o "mais rápido". O jogo foi lançado em 1994 e tem uma trilha sonora animal! (bom, quem disse que a Michael Jackson não havia lançado nada bom nos anos 90? Fez a trilha do SONIC! HA! heheheh)

  2. Falando em videogame, Michael Jackson já havia flertado com essa mídia no ano anterior, figurando "Moonwalker" para Sega Genesis em Agosto de 1994. Este jogo foi baseado no filme homônimo e ambos tem a mesma qualidade (são uma bosta). Na verdade o filme é um pouco superior pois tem a parte de "Smooth Criminal" que é perfeita (pena que ficou presa nesse deperdício de película que é "Moonwalker").

Informações bem úteis não? =P

Abraços