Desde a época da Timely comics e da Destiny, a Marvel e a DC sempre foram rivais (agora ainda mais já que suas "donas" Warner e Disney são grandes rivais entre si). No entanto (pelo menos é meu feeling) essa rivalidade não passou de forma intensa aos leitores.
Ao que me indica, os leitores escolhem as revistas e não as editoras. Temos leitores que leem o Aranha, Batman e Lanterna, mas não gostam de X-Men e Liga, e enfim. O que percebo é que cada leitor faz o seu próprio mix de personagens (eu pessoalmente leio tudo, menos Vingadores, Reinado Sombrio, Marvel MAX e pulo as histórias da Batwoman e da Mulher-Maravilha).
Essa longa introdução só serviu para dizer que, se vc for analisar a fundo, não tem uma editora melhor que outra ou personagens melhores que outros. É uma mistura de gosto pessoal com a fase (ae lê-se a parceira roteiro/arte) do personagem.
Assim, fica difícil dizer se o Aranha é melhor que Batman, ou Superman. Ainda mais com tantas reviravoltas polêmicas que cada um deles está (eu pelo menos estou aguardando ansiosamente Grounded - do Super, essa Guerra em Novo Kripton ta uma merda.)
Mas de qualquer forma, acho que a grande campeã nos ultimos tempos é a DC. A saga Noite Mais Densa está ótima!! Aliás, toda a Guerra dos Anéis... Gostei muito do fato de finalmente terem respondido "porque não tem lanternas de outras cores".
Fora que Noite Mais Densa menciona a questão de que "ninguém morre" nos quadrinhos, já que todas as ressureições dos últimos anos fazem parte de trama (só espero que essa palhaçada de ressucitar acabe).
A Marvel por outro lado trouxe Reino Sombrio que tá sendo legal mas nem tanto (filho do Wolverine.. que merda de personagem). Mas to curioso para ver a conclusão em Siege (e finalmente a Era Heróica). Achei Guerra Civil interessante, mas nada que já nao tivesse feito em Watchmen 20 anos atrás... Fora que o Tony Stark virou um merda.
Bom... isso é somente papo de bar (ou melhor, de comic shop).
Abraços
Mostrando postagens com marcador dc. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador dc. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Critica - Green Lantern: First Flight
Oi pessoal!
Hoje aproveitando o carnaval da melhor forma possível (em casa vendo TV no sofá), dei de cara (e bem no começo) com o longa animado da DC: Green Lantern: First Flight. Desde que li a respeito estava louco para conferir, afinal sou um fã dos desenhos animados da DC desde Batman: Animated. Bom, vamos lá!
Começando pelo óbvio, é um filme de origem. Neste o protagonista é Hal Jordan que, para quem não sabe, nos quadrinhos foi o 1o Lanterna Verde da Era de Prata dos quadrinhos, e quem a maioria conhece mais. O filme conta fielmente a origem, com a morte de seu antecessor Abin Sur, a apresentação da tropa e mentor-que-será-inimigo Sinestro. Devo tirar o chapéu como os roteiristas conseguiram condensar décadas de cronologia em um longa de animação.
Este apesar de estar na franquia DC não parece seguir ou pertencer ao DCAU, mas também não parece contradizer nenhum dos desenhos anteriores. Como é de praxe da equipe (Bruce Timm, Andrea Romano, etc...) o approach com o Longa é bem sóbrio, dando um ar bem "adulto" com cenas até um tanto "violentas"
De forma geral achei um filme bem legal e bom teaser para o Live Action do Lanterna Verde que está por vir! Para ser detalhista, achei meio simplista a forma como o "Elemento Amarelo" e o "Elemento Verde" foram lidados, eu pessoalmente acho que o conceito do "Espectro Emocional" poderia ter sido introduzido aqui, abrindo até precedentes para uma possível sequencia animada da Guerra dos Anéis. Além disso, a queda de Sinestro foi um tanto que rápida, gostaria de ter visto mais da interação entre Jordan e Sinestro quando mentor e aprendiz na tropa, e como Sinestro agia em seu planeta natal Korugar.
De qualquer forma é um que vale a pena ver! É divertido, despretencioso e caprichado!
Para dizer a verdade não sei exatamente onde achar o filme, eu pessoalmente dei sorte de pegar na HBO Plus, mas não deve ser tão complicado de achar
Para terem uma idéia de como é o longa!
Abraços
Hoje aproveitando o carnaval da melhor forma possível (em casa vendo TV no sofá), dei de cara (e bem no começo) com o longa animado da DC: Green Lantern: First Flight. Desde que li a respeito estava louco para conferir, afinal sou um fã dos desenhos animados da DC desde Batman: Animated. Bom, vamos lá!
Começando pelo óbvio, é um filme de origem. Neste o protagonista é Hal Jordan que, para quem não sabe, nos quadrinhos foi o 1o Lanterna Verde da Era de Prata dos quadrinhos, e quem a maioria conhece mais. O filme conta fielmente a origem, com a morte de seu antecessor Abin Sur, a apresentação da tropa e mentor-que-será-inimigo Sinestro. Devo tirar o chapéu como os roteiristas conseguiram condensar décadas de cronologia em um longa de animação.
Este apesar de estar na franquia DC não parece seguir ou pertencer ao DCAU, mas também não parece contradizer nenhum dos desenhos anteriores. Como é de praxe da equipe (Bruce Timm, Andrea Romano, etc...) o approach com o Longa é bem sóbrio, dando um ar bem "adulto" com cenas até um tanto "violentas"
De forma geral achei um filme bem legal e bom teaser para o Live Action do Lanterna Verde que está por vir! Para ser detalhista, achei meio simplista a forma como o "Elemento Amarelo" e o "Elemento Verde" foram lidados, eu pessoalmente acho que o conceito do "Espectro Emocional" poderia ter sido introduzido aqui, abrindo até precedentes para uma possível sequencia animada da Guerra dos Anéis. Além disso, a queda de Sinestro foi um tanto que rápida, gostaria de ter visto mais da interação entre Jordan e Sinestro quando mentor e aprendiz na tropa, e como Sinestro agia em seu planeta natal Korugar.
De qualquer forma é um que vale a pena ver! É divertido, despretencioso e caprichado!
Para dizer a verdade não sei exatamente onde achar o filme, eu pessoalmente dei sorte de pegar na HBO Plus, mas não deve ser tão complicado de achar
Para terem uma idéia de como é o longa!
Abraços
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
O que achei de Batman - Arkham Asylum PS3
Para quem regula entre 25-30 anos deve saber que os games do Batman (salvo algumas exceções como Batman NES) são ruins. No entanto a Rocksteady Studios e DC Entertainment conseguiram lavar esse gosto ruim. Pura e simples: Batman Arkham Asylum é ÓTIMO!
O jogo começa com a captura do Coringa pelo Batman, sendo levado sob custódia para o Arkham. Ao chegar lá o Coringa toma o controle do Sanatório e cabe ao Batman descobrir o porque e impedi-lo.
O roteiro foi escrito por ninguém menos que Paul Dini, responsável por revitalizar o Batman nos anos 90 com o premiado Batman: Animated (o desenho do Batman com queixo quadrado). Realmente tem um "feel" do Batman: Animated, mas a atmosfera é muito mais adulta. É como e tivesse crescido com a gente. A história transcorre de forma bem fluida, introduzindo aos poucos os motivos por de trás da invasão ao Sanatório, não sendo apenas uma desculpa para conectar cada fase.
Os gráficos são lindos. Excelente trabalho de iluminação. O jogo tem a atmosfera sombria e noturna do personagem, mas ainda sim é possível ver com clareza todos os detalhes do cenário. E que detalhes! São tantos que até há um side-quest do Charada no qual você deve achá-los (através de pistas, claro). A dublagem é perfeita! Mesmo elenco da série Batman: Animated, então temos o Kevin Conroy como Batman (ótimo!) e ninguém menos que Mark Hamill (sim, o Luke Skywalker) como Coringa, lembrando que Hamill ganhou premio por seu trabalho como Coringa.
Todo esse cuidado com o jogo parece ser a nova tendência da DC, com a nova presidente (Diane Nelson), que anteriormente cuidava de produtos licensiados (exatamente com o jogo).
O gameplay do jogo é incrível! simples, eficiente e responsivo. Apenas um botão para ataque e um para "counter" e ainda assim foi possível traduzir para o console o estilo brutal e eficiente de lutar do Batman. Minha única ressalva é que senti falta de um botão para pulo, mas isso não chega a comprometer o jogo. Cada oponente requer uma abordagem diferente e o jogo valoriza muito Stealth, ou seja, a melhor tática é observar, avaliar e não ser visto.
O jogo traz também uma série de bat-gadgets a sua disposição como bataragues, grapple, scanners, etc... No modo "Detective" você pode seguir pistas, rastros, ver inimigos e seu status (consciente, nervoso, armado, etc...).
Além disso, tem challenges e side-quests interessantes (daquelas divertidas, e não das que são um saco que você só completa para zerar o jogo). O que. além de dar um replay value alto, te faz não querer largar o controle até terminar todos.
Há muito o que falar, mas vou parando por aqui para não entregar todo ouro (grande parte da diversão é ser pego de supresa pelo jogo).
Resumo: Título indispensável para qualquer gamer, vale MUITO a pena. Foi muito ver todo o cuidado dado ao jogo, trazendo para o gamer a experiencia de ser o Batman muito intensa
Grande abraço
O jogo começa com a captura do Coringa pelo Batman, sendo levado sob custódia para o Arkham. Ao chegar lá o Coringa toma o controle do Sanatório e cabe ao Batman descobrir o porque e impedi-lo.
O roteiro foi escrito por ninguém menos que Paul Dini, responsável por revitalizar o Batman nos anos 90 com o premiado Batman: Animated (o desenho do Batman com queixo quadrado). Realmente tem um "feel" do Batman: Animated, mas a atmosfera é muito mais adulta. É como e tivesse crescido com a gente. A história transcorre de forma bem fluida, introduzindo aos poucos os motivos por de trás da invasão ao Sanatório, não sendo apenas uma desculpa para conectar cada fase.
Os gráficos são lindos. Excelente trabalho de iluminação. O jogo tem a atmosfera sombria e noturna do personagem, mas ainda sim é possível ver com clareza todos os detalhes do cenário. E que detalhes! São tantos que até há um side-quest do Charada no qual você deve achá-los (através de pistas, claro). A dublagem é perfeita! Mesmo elenco da série Batman: Animated, então temos o Kevin Conroy como Batman (ótimo!) e ninguém menos que Mark Hamill (sim, o Luke Skywalker) como Coringa, lembrando que Hamill ganhou premio por seu trabalho como Coringa.
O gameplay do jogo é incrível! simples, eficiente e responsivo. Apenas um botão para ataque e um para "counter" e ainda assim foi possível traduzir para o console o estilo brutal e eficiente de lutar do Batman. Minha única ressalva é que senti falta de um botão para pulo, mas isso não chega a comprometer o jogo. Cada oponente requer uma abordagem diferente e o jogo valoriza muito Stealth, ou seja, a melhor tática é observar, avaliar e não ser visto.
O jogo traz também uma série de bat-gadgets a sua disposição como bataragues, grapple, scanners, etc... No modo "Detective" você pode seguir pistas, rastros, ver inimigos e seu status (consciente, nervoso, armado, etc...).
Além disso, tem challenges e side-quests interessantes (daquelas divertidas, e não das que são um saco que você só completa para zerar o jogo). O que. além de dar um replay value alto, te faz não querer largar o controle até terminar todos.
Há muito o que falar, mas vou parando por aqui para não entregar todo ouro (grande parte da diversão é ser pego de supresa pelo jogo).
Resumo: Título indispensável para qualquer gamer, vale MUITO a pena. Foi muito ver todo o cuidado dado ao jogo, trazendo para o gamer a experiencia de ser o Batman muito intensa
Grande abraço
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Tropa dos Lanternas Verdes

Já faz um tempo que lançou, mas a HQ Dimensão do Lanterna Verde tem sido uma boa compra.
A revista reúne várias histórias do universo (dããããããã) da Tropa dos Lanternas Verdes. É legal pois os autores não fixam necessariamente em um personagem específico. De forma geral acabam conseguindo desenvolver um grande leque de Lanternas interessantes, como Soranik Natu - korugariana que precisa quebrar o preconceito de seu povo com os lanternas (por causa do Sinestro); Sodam Yat- o novo hospedeiro de Íon, um Daxamita que sofre o preconceito de seu povo com viagens espaciais; os Ysmault e o outro (esqueci o nome) que superam suas diferenças (devido à Guerra com Thanagar), e outros.
Também temos figurinhas carimbadas como, Kilowog (o pesadelo dos poozers) e Salaak, no melhor do burocrata.
Outro aspecto interessante é a parceria entre Gardner e Rayner. Temos o rebelde e o certinho que gera situações interessantes (apesar de nem de longe tão cômicas quanto Gladiador Dourado e Besouro Azul).
A linha das histórias tem colocado um clima de Departamento de Polícia para a Tropa, com investigações ao estilo CSI, perseguições, conspiraçoes e corregedoria. Chegamos em alguns momentos até a acompanhar o processo burocrático que os lanternas completam, assignação de casos etc...
A "arma mais poderosa do universo" é tratada com foco mais tecnológico e é mais detalhada, traçando similaridades com um supercomputador do que simplesmente um "anel mágico"
Em resumo, é sopro de ar fresco na franquia, que a tempos não víamos.
Assinar:
Postagens (Atom)

